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Convoca ONU campanha por um mundo sem violência contra as meninas
As Nações Unidas chamou hoje no Dia Internacional da Menina a erradicação da violência que açoita a esse setor da população mundial.
Quelle
Prensa Latina
Datum
As Nações Unidas chamou hoje no Dia Internacional da Menina a erradicação da violência que açoita a esse setor da população mundial.
Vários governantes e expecilistas em direitos humanos da organização ressaltaram a necessidade de se reverter o atual panorama, marcado por dados alarmantes como os que dizem que 120 milhões de meninas menores de 20 anos, uma da cada 10 no planeta, sofrem com atos sexuais forçados.
As violações, abusos, assassinatos e mutilações afetam às meninas em escala mundial, um palco que limita as possibilidades de manifestar seu potencial, advertiu o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, em uma mensagem pela data, a qual foi estabelecida pela Assembléia Geral em dezembro de 2011.
De acordo com o diplomata, a violência contra as menores de idade se exacerba pela falta de oportunidades, traduzida no acesso desigual à educação, a informação, os recursos econômicos e os serviços sexuais e reprodutivos.
"Como se fosse pouco, a impunidade e os conflitos armados multiplicam a vulnerabilidade das meninas", lamentou.
Ban demandou aos governos atuar para deter toda forma de violência contra as garotas, bem como impulsionar o empoderamento das mesmas.
Também vários relatores especiais de direitos humanos exigiram maior vontade política para erradicar o problema.
Reconhecer o fenômeno não é suficiente, as menores devem ser livres da violência e contar com pleno acesso a uma vida digna, destacaram em razão do Dia Internacional da Menina.
Entre as intelectuais se destacam Urmila Bhoola (Formas contemporâneas de escravatura), Maud de Boer-Buquicchio (Venda de crianças, prostituição e pornografía infantis) e Rashida Manjoo (Violência contra a mulher).
Vários governantes e expecilistas em direitos humanos da organização ressaltaram a necessidade de se reverter o atual panorama, marcado por dados alarmantes como os que dizem que 120 milhões de meninas menores de 20 anos, uma da cada 10 no planeta, sofrem com atos sexuais forçados.
As violações, abusos, assassinatos e mutilações afetam às meninas em escala mundial, um palco que limita as possibilidades de manifestar seu potencial, advertiu o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, em uma mensagem pela data, a qual foi estabelecida pela Assembléia Geral em dezembro de 2011.
De acordo com o diplomata, a violência contra as menores de idade se exacerba pela falta de oportunidades, traduzida no acesso desigual à educação, a informação, os recursos econômicos e os serviços sexuais e reprodutivos.
"Como se fosse pouco, a impunidade e os conflitos armados multiplicam a vulnerabilidade das meninas", lamentou.
Ban demandou aos governos atuar para deter toda forma de violência contra as garotas, bem como impulsionar o empoderamento das mesmas.
Também vários relatores especiais de direitos humanos exigiram maior vontade política para erradicar o problema.
Reconhecer o fenômeno não é suficiente, as menores devem ser livres da violência e contar com pleno acesso a uma vida digna, destacaram em razão do Dia Internacional da Menina.
Entre as intelectuais se destacam Urmila Bhoola (Formas contemporâneas de escravatura), Maud de Boer-Buquicchio (Venda de crianças, prostituição e pornografía infantis) e Rashida Manjoo (Violência contra a mulher).
