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Grupo do Rio condena bloqueio a Cuba em reunião na Jamaica
Os chanceleres dos países membros do Grupo do Rio recusaram aqui de maneira enérgica o bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba e exigiram pôr-lhe fim e que seja abolida a Lei Helms-Burton.
Fuente
Prensa Latina
Fecha
Os chanceleres dos países membros do Grupo do Rio recusaram aqui de maneira enérgica o bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba e exigiram pôr-lhe fim e que seja abolida a Lei Helms-Burton.
A condenação do organismo regional efetua-se apenas uma semana depois que a Assembleia Geral da ONU aprovou pela 18 ocasião consecutiva uma Resolução que condena a medida punitiva.
O bloqueio afeta a paz e a segurança do povo de Cuba e as relações entre as nações americanas, sublinha a Declaração Especial "que recebeu um respaldo total" dos titulares reunidos nesta cidade do noroeste jamaicano, disse à Prensa Latina uma fonte diplomática que solicitou anonimato.
Os Chefes de Estado e de Governo do Grupo do Rio expressaram sua mais enérgica rejeição às medidas econômicas coercitivas e unilaterais aplicadas por motivos políticos contra países soberanos, diz o texto.
Acrescenta a seguir que "essas medidas afetam o bem-estar de seus povos e estão concebidas para lhes impedir que exerçam seu direito de decidir, por sua própria vontade, seus próprios sistemas políticos, econômicos e sociais".
O documento reclama de Washington que "em cumprimento das sucessivas resoluções aprovadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas, ponha fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro que mantém contra Cuba, que é contrário ao Direito Internacional, causa danos numerosos e injustificáveis ao bem-estar do povo cubano e afeta a paz e a convivência entre as nações americanas".
Desta mesma forma os ministros debateram o tema das bases militares de Washington no continente e a situação criada em Honduras pela ruptura da ordem constitucional desde o golpe de estado contra o presidente Manuel Zelaya em junho passado.
A reunião decidiu ratificar as resoluções condenatórias do golpe de estado no país centro-americano e os textos de organismos regionais e internacionais que demandam o restabelecimento da ordem constitucional.
A reunião começou com a aceitação da Jamaica, que até hoje representava o CARICOM, como membro de pleno direito do Grupo do Rio pelo conclave, o número XXVIII que celebra o agrupamento a nível de chanceleres.
A condenação do organismo regional efetua-se apenas uma semana depois que a Assembleia Geral da ONU aprovou pela 18 ocasião consecutiva uma Resolução que condena a medida punitiva.
O bloqueio afeta a paz e a segurança do povo de Cuba e as relações entre as nações americanas, sublinha a Declaração Especial "que recebeu um respaldo total" dos titulares reunidos nesta cidade do noroeste jamaicano, disse à Prensa Latina uma fonte diplomática que solicitou anonimato.
Os Chefes de Estado e de Governo do Grupo do Rio expressaram sua mais enérgica rejeição às medidas econômicas coercitivas e unilaterais aplicadas por motivos políticos contra países soberanos, diz o texto.
Acrescenta a seguir que "essas medidas afetam o bem-estar de seus povos e estão concebidas para lhes impedir que exerçam seu direito de decidir, por sua própria vontade, seus próprios sistemas políticos, econômicos e sociais".
O documento reclama de Washington que "em cumprimento das sucessivas resoluções aprovadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas, ponha fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro que mantém contra Cuba, que é contrário ao Direito Internacional, causa danos numerosos e injustificáveis ao bem-estar do povo cubano e afeta a paz e a convivência entre as nações americanas".
Desta mesma forma os ministros debateram o tema das bases militares de Washington no continente e a situação criada em Honduras pela ruptura da ordem constitucional desde o golpe de estado contra o presidente Manuel Zelaya em junho passado.
A reunião decidiu ratificar as resoluções condenatórias do golpe de estado no país centro-americano e os textos de organismos regionais e internacionais que demandam o restabelecimento da ordem constitucional.
A reunião começou com a aceitação da Jamaica, que até hoje representava o CARICOM, como membro de pleno direito do Grupo do Rio pelo conclave, o número XXVIII que celebra o agrupamento a nível de chanceleres.
