Cuba saudou os resultados da Conferência de Revisão da Convenção sobre Armas Biológicas, que contribuem ao objetivo de avançar na proibição e eliminação desses arsenais de extermínio em massa da face da terra.
Ao intervir no encerramento da sétima Conferência, o embaixador cubano Rodolfo Benítez disse que as pautas de trabalho para o período 2012-2016 ali adotadas são também um passo decisivo para o avanço do desarmamento geral e completo.
Em nome do Movimento de Países Não Alinhados, Benítez reiterou o firme compromisso desta organização com o fortalecimento da Convenção e seus objetivos de eliminar por completo as armas biológicas e qualquer possibilidade de seu emprego, em qualquer circunstância.
Igualmente reafirmou a importância vital para os países em desenvolvimento das disposições da Convenção sobre cooperação internacional para o uso pacífico de agentes, materiais e equipes na esfera da biologia e a biotecnologia.
"Lamentavelmente, como se evidenciou nesta Conferência, alguns Estados mantêm contra outras restrições e proibições que impedem a livre transferência de materiais e tecnologia, em flagrante violação do disposto na Convenção", denunciou o embaixador.
Um dos exemplos mais claros -disse- é o bloqueio mantido durante mais de 50 anos pelo Governo dos Estados Unidos contra a maior das Antilhas.
Cuba foi eleita neste ano vice-presidenta da conferência, que se estendeu de 5 a 22 de dezembro.
