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Organizações cubanas debatem sobre cumprimento das metas do milênio
Organizações da sociedade civil cubana analisam hoje nesta capital o cumprimento na ilha dos Objetivos do Milênio estabelecidos por Nações Unidas para 2015.
Fuente
Prensa Latina
Fecha
Organizações da sociedade civil cubana analisam hoje nesta capital o cumprimento na ilha dos Objetivos do Milênio estabelecidos por Nações Unidas para 2015.
O foro que reúne a uma dezena de agrupamentos inclui ademais debates sobre os reptos de Cuba no desenvolvimento social e os palcos posteriores à data fixada pela ONU para atingir avanços no planeta em temas de saúde, educação, igualdade de gênero e combate à pobreza.
Promovido pela Associação Cubana das Nações Unidas, o evento conta com a participação da Central de Trabalhadores de Cuba, o capítulo local da Rede em Defesa da Humanidade, o Conselho de Igrejas de Cuba e a filial da Internacional de Médicos contra a Guerra Nuclear.
Também foram convocados o Grupo de Reflexão e Diálogo Oscar Arnulfo Romero, a Associação Médica do Caribe, o Movimento Cubano pela Paz, a Organização de Solidariedade com os Povos da Ásia, África e América Latina, a União Nacional de Juristas de Cuba e a União de Jornalistas de Cuba.
Segundo o programa, a consulta começará com uma apresentação sobre o cumprimento dos Objetivos do Milênio em Cuba, à qual seguirá o labor em seis painéis.
Estes grupos de trabalho analisarão questões como a erradicação da pobreza e a fome, as dinâmicas de população, a educação, a saúde, entre outras.
Espera-se que o foro termine entrada a tarde desta quarta-feira com a apresentação das conclusões e recomendações dos painéis.
No mês passado, o vice-chanceler Abelardo Moreno assegurou que Cuba cumpriu já grande parte das metas de desenvolvimento humano fixadas para 2015 por Nações Unidas, pese ao complexo palco que representa o bloqueio dos Estados Unidos à ilha.
Moreno realizou esta declaração a propósito da apresentação do relatório do país caribenho para seu segundo ciclo do Exame Periódico Universal (EPU) do Conselho de Direitos Humanos, um exercício desenvolvido o passado 1 de maio em Genebra, Suíça.
O documento recolhe que Cuba já derrotou os flagelos da pobreza extrema e a fome, conseguiu o ensino primário universal, promove a igualdade de gênero, tem uma baixa mortalidade infantil e garante a atenção das pessoas com HIV/SIDA.
O foro que reúne a uma dezena de agrupamentos inclui ademais debates sobre os reptos de Cuba no desenvolvimento social e os palcos posteriores à data fixada pela ONU para atingir avanços no planeta em temas de saúde, educação, igualdade de gênero e combate à pobreza.
Promovido pela Associação Cubana das Nações Unidas, o evento conta com a participação da Central de Trabalhadores de Cuba, o capítulo local da Rede em Defesa da Humanidade, o Conselho de Igrejas de Cuba e a filial da Internacional de Médicos contra a Guerra Nuclear.
Também foram convocados o Grupo de Reflexão e Diálogo Oscar Arnulfo Romero, a Associação Médica do Caribe, o Movimento Cubano pela Paz, a Organização de Solidariedade com os Povos da Ásia, África e América Latina, a União Nacional de Juristas de Cuba e a União de Jornalistas de Cuba.
Segundo o programa, a consulta começará com uma apresentação sobre o cumprimento dos Objetivos do Milênio em Cuba, à qual seguirá o labor em seis painéis.
Estes grupos de trabalho analisarão questões como a erradicação da pobreza e a fome, as dinâmicas de população, a educação, a saúde, entre outras.
Espera-se que o foro termine entrada a tarde desta quarta-feira com a apresentação das conclusões e recomendações dos painéis.
No mês passado, o vice-chanceler Abelardo Moreno assegurou que Cuba cumpriu já grande parte das metas de desenvolvimento humano fixadas para 2015 por Nações Unidas, pese ao complexo palco que representa o bloqueio dos Estados Unidos à ilha.
Moreno realizou esta declaração a propósito da apresentação do relatório do país caribenho para seu segundo ciclo do Exame Periódico Universal (EPU) do Conselho de Direitos Humanos, um exercício desenvolvido o passado 1 de maio em Genebra, Suíça.
O documento recolhe que Cuba já derrotou os flagelos da pobreza extrema e a fome, conseguiu o ensino primário universal, promove a igualdade de gênero, tem uma baixa mortalidade infantil e garante a atenção das pessoas com HIV/SIDA.
