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Cuba combate doenças transmitidas através de vetores
As doenças transmitidas por vetores aumentaram e se ampliam de forma alarmante no mundo inteiro, ameaça que também recai sobre Cuba, assegurou Ileana Morales, especialista do Ministério de Saúde Pública da ilha.
Fuente
Prensa Latina
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As doenças transmitidas por vetores aumentaram e se ampliam de forma alarmante no mundo inteiro, ameaça que também recai sobre Cuba, assegurou Ileana Morales, especialista do Ministério de Saúde Pública da ilha.
Por isso o país conta com um programa nacional de vigilância e luta anti-vetorial, de cobertura universal, permanente e preventiva, expressou a especialista, em ocasião neste 7 de abril do Dia Mundial da Saúde, dedicado ao tema.
A estratégia é levada a cabo em moradias, comércios e terrenos baldios do país, também de maneira específica em instituições de saúde, educação e turismo, durante todo o ano, e pretende evitar a formação e reprodução de focos, bem como destruir os que forem encontrados, sendo que é levada a cabo por pessoal especializado, explicou Morales.
Sobre a situação dos vetores, a especialista explicou que ainda que o mosquito Aedes albopictus e outros como o Culex e o Anopheles, estejam presentes em todo o arquipélago, não constituem um problema de saúde.
Quanto ao Aedes aegypti, 2013 teve o menor índice de focos dos últimos cinco anos, informou.
Não obstante, reconheceu que em várias localidades do país existe um alto risco de infestação, e que a maioria dos focos detectados foram encontrados em moradias e centros de trabalho, em depósitos possíveis de prevenir ou controlar.
Nesse sentido, Morales destacou a importância de manter uma inspeção de maneira sistemática, assim como a vigilância dos lugares mais vulneráveis e os tratamentos nos casos necessários.
Segundo a especialista, para eliminar o vetor transmissor de doenças é indispensável a participação ativa da população, do sistema de saúde pública e outros setores, como de tratamento de água e comunitários.
Enfatizou a necessidade de desenvolver nas pessoas a percepção de risco para que, ao surgir qualquer quadro febril, consultem o médico da família em primeiro lugar.
Por sua vez, a doutora Rosaida Ochoa, diretora da Unidade Nacional de promoção de saúde e prevenção de doenças, divulgou o plano de atividades previsto no país para o Dia Mundial da Saúde, entre os que destacam atividades científicas, audiências, concursos infantis, exposições e círculos de interesse.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) selecionou a luta contra os vetores como tema central para a celebração do Dia Mundial da Saúde, com o lema "Proteja-se e proteja seu meio dos vetores que transmitem doenças: pequenas picadas, grandes ameaças".
Esses efeitos representam um peso importante para os sistemas de saúde da região das Américas, em particular a malária, a dengue, o mal de Chagas, a leishmaniose, entre outras.
Por isso o país conta com um programa nacional de vigilância e luta anti-vetorial, de cobertura universal, permanente e preventiva, expressou a especialista, em ocasião neste 7 de abril do Dia Mundial da Saúde, dedicado ao tema.
A estratégia é levada a cabo em moradias, comércios e terrenos baldios do país, também de maneira específica em instituições de saúde, educação e turismo, durante todo o ano, e pretende evitar a formação e reprodução de focos, bem como destruir os que forem encontrados, sendo que é levada a cabo por pessoal especializado, explicou Morales.
Sobre a situação dos vetores, a especialista explicou que ainda que o mosquito Aedes albopictus e outros como o Culex e o Anopheles, estejam presentes em todo o arquipélago, não constituem um problema de saúde.
Quanto ao Aedes aegypti, 2013 teve o menor índice de focos dos últimos cinco anos, informou.
Não obstante, reconheceu que em várias localidades do país existe um alto risco de infestação, e que a maioria dos focos detectados foram encontrados em moradias e centros de trabalho, em depósitos possíveis de prevenir ou controlar.
Nesse sentido, Morales destacou a importância de manter uma inspeção de maneira sistemática, assim como a vigilância dos lugares mais vulneráveis e os tratamentos nos casos necessários.
Segundo a especialista, para eliminar o vetor transmissor de doenças é indispensável a participação ativa da população, do sistema de saúde pública e outros setores, como de tratamento de água e comunitários.
Enfatizou a necessidade de desenvolver nas pessoas a percepção de risco para que, ao surgir qualquer quadro febril, consultem o médico da família em primeiro lugar.
Por sua vez, a doutora Rosaida Ochoa, diretora da Unidade Nacional de promoção de saúde e prevenção de doenças, divulgou o plano de atividades previsto no país para o Dia Mundial da Saúde, entre os que destacam atividades científicas, audiências, concursos infantis, exposições e círculos de interesse.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) selecionou a luta contra os vetores como tema central para a celebração do Dia Mundial da Saúde, com o lema "Proteja-se e proteja seu meio dos vetores que transmitem doenças: pequenas picadas, grandes ameaças".
Esses efeitos representam um peso importante para os sistemas de saúde da região das Américas, em particular a malária, a dengue, o mal de Chagas, a leishmaniose, entre outras.
