Noticias
Atores ibero-americanos pedem fim de hegemonia hollywoodiana
Atores ibero-americanos, entre eles o espanhol Antonio Banderas,
reclamaram nesta terça (01) imediatas medidas para acabar com hegemonia
hollywoodiana no cinema da região. O clamor se deixou escutar durante a
sessão de abertura do I Congresso de Cultura Ibero-americana, celebrado
no México.
Fuente
ACN
Fecha
Atores ibero-americanos, entre eles o espanhol Antonio Banderas, reclamaram nesta terça (01) imediatas medidas para acabar com hegemonia hollywoodiana no cinema da região. O clamor se deixou escutar durante a sessão de abertura do I Congresso de Cultura Ibero-americana, celebrado no México.
O encontro auspiciou em seu primeiro dia um debate sobre a arte da interpretação, sob a condução de um ícone do cinema desse país Pedro Armendáriz. Mas foi inevitável que aflorasse a preocupação pelo domínio que sobre os circuitos de exibição exerce o entertainment estadunidense.
O ator uruguaio Héctor Guido, aproveitou a ocasião para dizer: “Já não precisam nos invadir militarmente porque o fazem através da cultura, que é a pior invasão que podemos ter. Este congresso é também um chamado à libertação”.
A ex-presidenta da Academia do cinema espanhol Mercedes Sampietro, achou outro tanto, pois: “O cinema norte-americano tem tremendas facilidades para dominar as salas”.
“O problema não é tanto produzir filmes, porque encontramos o dinheiro de um lado ou de outro, mas temos um problema de distribuição terrível”, indicou por sua vez Antonio Banderas, o único dos presentes com um pé no bando contrário.
Os políticos devem criar uma “lei de mecenato para financiar o cinema da região”, pediu o protagonista de O Zorro, quem voltará proximamente ao México para filmar às ordens Luis Mandoki, realizador nacional.
De acordo com a AFP as conclusões finais de políticos e profissionais do cinema no Congresso serão apresentadas durante a Cúpula Ibero-americana de presidentes e chefes-de-estado que se celebrará do 29 ao 31 de outubro em El Salvador.
O encontro auspiciou em seu primeiro dia um debate sobre a arte da interpretação, sob a condução de um ícone do cinema desse país Pedro Armendáriz. Mas foi inevitável que aflorasse a preocupação pelo domínio que sobre os circuitos de exibição exerce o entertainment estadunidense.
O ator uruguaio Héctor Guido, aproveitou a ocasião para dizer: “Já não precisam nos invadir militarmente porque o fazem através da cultura, que é a pior invasão que podemos ter. Este congresso é também um chamado à libertação”.
A ex-presidenta da Academia do cinema espanhol Mercedes Sampietro, achou outro tanto, pois: “O cinema norte-americano tem tremendas facilidades para dominar as salas”.
“O problema não é tanto produzir filmes, porque encontramos o dinheiro de um lado ou de outro, mas temos um problema de distribuição terrível”, indicou por sua vez Antonio Banderas, o único dos presentes com um pé no bando contrário.
Os políticos devem criar uma “lei de mecenato para financiar o cinema da região”, pediu o protagonista de O Zorro, quem voltará proximamente ao México para filmar às ordens Luis Mandoki, realizador nacional.
De acordo com a AFP as conclusões finais de políticos e profissionais do cinema no Congresso serão apresentadas durante a Cúpula Ibero-americana de presidentes e chefes-de-estado que se celebrará do 29 ao 31 de outubro em El Salvador.