Noticias
Familiares de vítimas chamam a combater o terrorismo
Familiares das vítimas do crime de Barbados, convocaram nesta segunda-feira a lutar permanentemente contra o terrorismo. O chamado foi feito durante a peregrinação ao Panteão das Forças Armadas Revolucionárias (FAR), onde foi comemorado o 32º aniversário do atentado.
Fuente
ACN
Fecha
Familiares das vítimas do crime de Barbados, convocaram nesta segunda-feira a lutar permanentemente contra o terrorismo. O chamado foi feito durante a peregrinação ao Panteão das Forças Armadas Revolucionárias (FAR), onde foi comemorado o 32º aniversário do atentado.
Haymel Espinosa, filha do co-piloto Miguel Espinosa, falecido durante o massivo assassinato, destacou que enquanto exista um vestígio de terrorismo continuará o combate ao terror. Mesmo que um dia os responsáveis da explosão em pleno vôo do avião de Cubana de Aviação forem julgados e condenados, eles continuarão denunciando os atos terroristas que ocorrem no mundo, afirmou.
Recordou que há dez anos sofrem injusta prisão nos Estados Unidos cinco jovens cubanos cuja missão era defender seus compatriotas e cidadãos de outros países das atividades da máfia terrorista de Miami.
Espinosa denunciou a hipocrisia da administração norte-americana: para eles parece que há ‘terrorismo bom’ e ‘terrorismo mau’, pois ao mesmo tempo que pretensamente lutam contra o açoite no Afeganistão e Iraque, protegem em seu território conotados assassinos como Luis Posada Carriles, promotor principal do crime de Barbados.
Em 06 de outubro de 1976 terroristas ao serviço da Central de Inteligência norte-americana colocaram uma bomba numa aeronave de Cubana de Aviação, que estourou em pleno vôo nas cercanias da ilha caribenha de Barbados com 73 passageiros cubanos, coreanos e guaineses.
Da cerimônia, celebrada no Cemitério Colón de Havana, participaram o General Rogelio Acevedo, presidente do Instituto da Aeronáutica Civil de Cuba (IACC), a General-de-Brigada Delsa Esther Puebla e o presidente do Instituto Nacional de Esportes, Educação Física e Recriação (INDER) Cristian Jiménez, além de familiares e amigos das vítimas, entre outras personalidades.
Haymel Espinosa, filha do co-piloto Miguel Espinosa, falecido durante o massivo assassinato, destacou que enquanto exista um vestígio de terrorismo continuará o combate ao terror. Mesmo que um dia os responsáveis da explosão em pleno vôo do avião de Cubana de Aviação forem julgados e condenados, eles continuarão denunciando os atos terroristas que ocorrem no mundo, afirmou.
Recordou que há dez anos sofrem injusta prisão nos Estados Unidos cinco jovens cubanos cuja missão era defender seus compatriotas e cidadãos de outros países das atividades da máfia terrorista de Miami.
Espinosa denunciou a hipocrisia da administração norte-americana: para eles parece que há ‘terrorismo bom’ e ‘terrorismo mau’, pois ao mesmo tempo que pretensamente lutam contra o açoite no Afeganistão e Iraque, protegem em seu território conotados assassinos como Luis Posada Carriles, promotor principal do crime de Barbados.
Em 06 de outubro de 1976 terroristas ao serviço da Central de Inteligência norte-americana colocaram uma bomba numa aeronave de Cubana de Aviação, que estourou em pleno vôo nas cercanias da ilha caribenha de Barbados com 73 passageiros cubanos, coreanos e guaineses.
Da cerimônia, celebrada no Cemitério Colón de Havana, participaram o General Rogelio Acevedo, presidente do Instituto da Aeronáutica Civil de Cuba (IACC), a General-de-Brigada Delsa Esther Puebla e o presidente do Instituto Nacional de Esportes, Educação Física e Recriação (INDER) Cristian Jiménez, além de familiares e amigos das vítimas, entre outras personalidades.
