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Milhares de hondurenhos para fronteira pese a repressão militar
Milhares de hondurenhos retomaram hoje a marcha para o posto limítrofe com Nicarágua das Manos, apesar da barreira das forças armadas e da polícia, confirmaram dirigentes da resistência popular.
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PL
Data
Milhares de hondurenhos retomaram hoje a marcha para o posto limítrofe com Nicarágua das Manos, apesar da barreira das forças armadas e da polícia, confirmaram dirigentes da resistência popular.
Um dos líderes das bases do Partido Liberal que se opõem ao golpe militar do 28 de junho passado, Carlos Eduardo Reina, exortou a buscar formas para eludir a vigilância das tropas golpistas.
Reina assegurou a Rádio Balón que mantém uma cobertura ininterrupta da resistência, que o presidente, Manuel Zelaya, lhe ratificou telefonicamente que prosseguirá seus esforços por restabelecer o estado de direito. Nos arredores do supermercado Villas del Sol, na saída ao oriente da capital, centenas de pessoas prepararam-se para partir, com água, alimentos e outros recursos para as milhares de pessoas já em caminho.
Testemunhas relataram telefonicamente a Prensa Latina que há 10 ônibus e uma quantidade não precisa de automóveiss e camionetas onde se estavam embarcando os manifestantes para seguir para a fronteira.
O líder da Confederação de Patronatos de Honduras, Marcos Antonio Garay, precisou a Rádio Balón que não se deixarão intimidar pelo toque de recolher para todo o dia decretado tarde ontem à noite pelo governo de fato no departamento Paraíso.
Não reconhecemos nenhuma disposição desse grupo de golpistas que têm usurpado o poder, sublinhou Garay, quem exortou aos simpatizantes de Zelaya a ocupar todos os municípios e patronatos (instâncias de bairros) do país.
Acrescentou que buscarão a forma de superar as 18 barreiras colocadas pelas forças armadas e a polícia no caminho às Manos, 197 quilômetros ao leste de Tegucigalpa, até conseguir reunir com o presidente eleito pelo povo.
Na comunidade de Arenales, próxima à cidade de Danlí, a 97 quilômetros da capital, os militares fecharam a passagem a dois mil manifestantes, informou o enviado especial de Prensa Latina, Ronnie Huete.
Acrescentou que há versões de que a mãe, esposa e filha de Zelaya, Hortensia Rosales, Xiomara Castro e Hortensia, respectivamente, entraram na selva, sem maior proteção, para fugir do cerco militar.
A jovem Hortensia, popularmente conhecida como La Pichu, afirmou ontem à noite que prosseguirão a luta pelo restabelecimento da ordem constitucional e seu direito a encontrar com seu pai.
Relatórios difundidos por Rádio Balón asseguram que as forças armadas estão reforçando o numero de tropas próximo a Manos e mencionam a detenção do coronel do exército que ontem conversou com Zelaya nesse lugar.
Um dos líderes das bases do Partido Liberal que se opõem ao golpe militar do 28 de junho passado, Carlos Eduardo Reina, exortou a buscar formas para eludir a vigilância das tropas golpistas.
Reina assegurou a Rádio Balón que mantém uma cobertura ininterrupta da resistência, que o presidente, Manuel Zelaya, lhe ratificou telefonicamente que prosseguirá seus esforços por restabelecer o estado de direito. Nos arredores do supermercado Villas del Sol, na saída ao oriente da capital, centenas de pessoas prepararam-se para partir, com água, alimentos e outros recursos para as milhares de pessoas já em caminho.
Testemunhas relataram telefonicamente a Prensa Latina que há 10 ônibus e uma quantidade não precisa de automóveiss e camionetas onde se estavam embarcando os manifestantes para seguir para a fronteira.
O líder da Confederação de Patronatos de Honduras, Marcos Antonio Garay, precisou a Rádio Balón que não se deixarão intimidar pelo toque de recolher para todo o dia decretado tarde ontem à noite pelo governo de fato no departamento Paraíso.
Não reconhecemos nenhuma disposição desse grupo de golpistas que têm usurpado o poder, sublinhou Garay, quem exortou aos simpatizantes de Zelaya a ocupar todos os municípios e patronatos (instâncias de bairros) do país.
Acrescentou que buscarão a forma de superar as 18 barreiras colocadas pelas forças armadas e a polícia no caminho às Manos, 197 quilômetros ao leste de Tegucigalpa, até conseguir reunir com o presidente eleito pelo povo.
Na comunidade de Arenales, próxima à cidade de Danlí, a 97 quilômetros da capital, os militares fecharam a passagem a dois mil manifestantes, informou o enviado especial de Prensa Latina, Ronnie Huete.
Acrescentou que há versões de que a mãe, esposa e filha de Zelaya, Hortensia Rosales, Xiomara Castro e Hortensia, respectivamente, entraram na selva, sem maior proteção, para fugir do cerco militar.
A jovem Hortensia, popularmente conhecida como La Pichu, afirmou ontem à noite que prosseguirão a luta pelo restabelecimento da ordem constitucional e seu direito a encontrar com seu pai.
Relatórios difundidos por Rádio Balón asseguram que as forças armadas estão reforçando o numero de tropas próximo a Manos e mencionam a detenção do coronel do exército que ontem conversou com Zelaya nesse lugar.
