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Posso garantir que em poucas ocasiões me senti tão triste quanto nesta sexta-feira, 31 de julho. Apesar disso, é um privilégio sempre falar sobre Eusébio.
É difícil, porque Eusébio é tão grande, variado, rico, original, ousado, rigoroso e grande, que não posso deixar de confessar que essas palavras são apenas uma aproximação muito limitada de quem é um dos maiores cubanos de todos os tempos.
Em poucas pessoas como Eusebio Leal Spengler, encontrei a maneira harmoniosa de articular tantos componentes diferentes de conhecer, sentir, amar e pensar em Cuba.
Quando Fidel e sua brava tropa de homens barbudos, bronzeados na guerra contra as tropas da ditadura, invadiram as instalações de Columbia, em 8 de janeiro de 1959, um estágio árduo da ação de libertação nacional culminou e um capítulo esperançoso e inédito da história nacional começava.
Subcomandante Marcos – As lutas dos indígenas – Evo Morales – Hugo Chávez e a Venezuela golpe de estado contra Chávez – Militares progressistas – Kirchner e o símbolo argentino – Lula e o Brasil.
Amanhecia a segunda feira a 22 de Outubro de 1962, o pessoal da guarda das direcções de Operações e Informaão do Estado Maior Geral das FAR, começaram o percurso dos escritórios acordando os seus companheiros que até muito tarde à noite tinham trabalhado, poucos deles tiveram a possibilidade de ir para as casas. A nova semana tinha o presságio de ser muito forte, já que com os primeiros raios do sol daquele dia começaram a serem recebidas notícias cada vez mais alarmantes dos Estados Unidos.
“A paz na Colômbia” de Fidel Castro Ruz. O título e o autor bastariam para tornar este livro o mais demandado e lido dos dias que decorrem em todo o mundo. Basta olhar a excelente apresentação desta obra da Editora Política para julgar que suas páginas entesouram o juízo pessoal do estadista de estatura extra que o assina, sobre um capítulo complicado e escuro de nossa época e de nossa região.
QUANDO o papa João Pablo II visitou Cuba, o mundo todo esteve pendente de seu histórico encontro com o presidente cubano Fidel Castro Ruz. Mas não era a primeira vez que eles se reuniam. Em novembro de 1996, tiveram uma entrevista no Vaticano. Pela primeira vez, um presidente cubano era recebido pela máxima autoridade da igreja católica.
“De Cangamba nunca é possível dizer tudo”, confessa o Herói da República de Cuba, coronel (r) Fidencio González Peraza.
TAL como ocorreu naquele dia 4 de janeiro de 1959, o povo deu as boas-vindas, nos territórios de Las Tunas e Camagüey, àqueles que reeditam a Caravana da Liberdade.
Convertida em uma tradição popular que se enriquece com a passagem do tempo, em ambas as províncias as diferentes gerações de cubanos se uniram para lembrar a façanha dos soldados do Exército Rebelde e constatar tudo o que foi construído nestes 57 anos de Revolução.
Fidel em cores e palavras – 90 anos é o livro que o artista plástico e escritor Helder Becerra lançou nesta quarta-feira (17/08), na sede da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado da Bahia (CAA-BA), órgão da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Bahia, em Nazaré. Na oportunidade, também foi inaugurada a exposição Razões para sorrir, assinada por Becerra, que complementa as homenagens pelo aniversário de 90 anos do líder cubano Fidel Castro.
A declaração por parte do comandante-em-chefe, Fidel Castro Ruz, de Melena del Sur como Primeiro Território Livre de Analfabetismo em Cuba foi comemorada por ocasião do 55º aniversário do histórico acontecimento.
Caminhava com dificuldade, mas sem ajuda. Os assistentes avançavam ao lado dele, pendentes de seu passo, mas imagino que ordenou que o deixassem sozinho. Sentou-se em seu lugar, seu para sempre, ainda que não fosse formalmente membro do Comitê Central. Decorria a última sessão do 7º Congresso do Partido. E falou.
Mesmo para nós, que já somos velhos, é difícil lembrar de uma América Latina que não tivesse a marca de Fidel Castro e da Revolução Cubana.