Notícias
Todo o deserto saharaui recorda com gratidão a Cuba
Só a paisagem arenoso do deserto recorda a distância geográfica de Cuba, mas a gratidão que os saharauíes professam à Revolução da ilha reverdece uma relação considerada inigualable.
Fonte
Prensa Latina
Data
Só a paisagem arenoso do deserto recorda a distância geográfica de Cuba, mas a gratidão que os saharauíes professam à Revolução da ilha reverdece uma relação considerada inigualable.
Bastou que o avião das Forças Aéreas Argelinas aterrissasse no aeroporto militar de Tindouf para que a delegação cultural cubana que ofereceu esta noite sua segunda e última atuação aqui sentisse o coloquial saúdo de "!olá irmão!, como está Cuba e Fidel (Castro)?".
Mas o modesto terminal aéreo foi mal um diminuto antecipo do que a comitiva de músicos, bailarinos e um artesão tem recebido de quem dizem se sentir em dívida com "uma nação fraterniza que durante mais de 35 anos tem sido exemplo de desafio, de vontade e de amizade".
O governador deste acampamento (província) da República Árabe Saharauí Democrática (RASD), Mohamed Lamin Dadi, destacou que a Revolução cubana "tem formado a nossos filhos, os educa, cura a nossos doentes, e isso nunca o poderemos esquecer".
Os que se formaram em Cuba, que se autodenominan "cubanos" e outros lhes chamam nestes lugares "cubarauis", são os melhores exemplos de honradez, trabalho, disciplina e muitos valores positivos", apontou o dirigente político e comunal ao receber à delegação cubana.
Em conversa com Imprensa Latina, a ministra de Cultura, Jadiya Hamdi, também retomou essa valoração e assinalou que "os cubarauis fazem parte do melhor da juventude saharaui por seus princípios, valores e compromissos, e isso lho deveremos sempre a Cuba".
A sua vez, Zrug Lul-a Brahim, diretor de cooperação do mesmo ministério e egresado de Cuba, comoveu-se ao contrastar a hermandad desinteresada e prolongada dessa nação e outras como Argélia e Suráfrica com a RASD, em frente a "a hipocrisia dos países europeus e alguns árabes".
Em opinião do jovem que fala com añoranza de sua "segunda pátria", o que fizeram e fazem o Governo e povo cubanos "não se iguala na história", tomando em conta suas limitações materiais e o bloqueio econômico estadounidense.
"Apoiamos aos cubanos pelo que têm dado aos saharauíes e a outros povos do Terceiro Mundo, por ser um país pequeno em geografia, mas grande em exemplo e ajuda em educação, saúde, por lhe dar liberdade a Suráfrica e Angola", dimensionou Mohamed Embarik, outro egresado devindo talentoso músico.
Bastou que o avião das Forças Aéreas Argelinas aterrissasse no aeroporto militar de Tindouf para que a delegação cultural cubana que ofereceu esta noite sua segunda e última atuação aqui sentisse o coloquial saúdo de "!olá irmão!, como está Cuba e Fidel (Castro)?".
Mas o modesto terminal aéreo foi mal um diminuto antecipo do que a comitiva de músicos, bailarinos e um artesão tem recebido de quem dizem se sentir em dívida com "uma nação fraterniza que durante mais de 35 anos tem sido exemplo de desafio, de vontade e de amizade".
O governador deste acampamento (província) da República Árabe Saharauí Democrática (RASD), Mohamed Lamin Dadi, destacou que a Revolução cubana "tem formado a nossos filhos, os educa, cura a nossos doentes, e isso nunca o poderemos esquecer".
Os que se formaram em Cuba, que se autodenominan "cubanos" e outros lhes chamam nestes lugares "cubarauis", são os melhores exemplos de honradez, trabalho, disciplina e muitos valores positivos", apontou o dirigente político e comunal ao receber à delegação cubana.
Em conversa com Imprensa Latina, a ministra de Cultura, Jadiya Hamdi, também retomou essa valoração e assinalou que "os cubarauis fazem parte do melhor da juventude saharaui por seus princípios, valores e compromissos, e isso lho deveremos sempre a Cuba".
A sua vez, Zrug Lul-a Brahim, diretor de cooperação do mesmo ministério e egresado de Cuba, comoveu-se ao contrastar a hermandad desinteresada e prolongada dessa nação e outras como Argélia e Suráfrica com a RASD, em frente a "a hipocrisia dos países europeus e alguns árabes".
Em opinião do jovem que fala com añoranza de sua "segunda pátria", o que fizeram e fazem o Governo e povo cubanos "não se iguala na história", tomando em conta suas limitações materiais e o bloqueio econômico estadounidense.
"Apoiamos aos cubanos pelo que têm dado aos saharauíes e a outros povos do Terceiro Mundo, por ser um país pequeno em geografia, mas grande em exemplo e ajuda em educação, saúde, por lhe dar liberdade a Suráfrica e Angola", dimensionou Mohamed Embarik, outro egresado devindo talentoso músico.
