O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou hoje aqui que os 60 anos do assalto ao quartel Moncada dão alento às atuais mudanças na América Latina, reforçam a esperança e confirmam que a luta valeu a pena.
Durante a comemoração central, presidida pelo mandatário cubano Raúl Castro, Maduro disse que por isso os cubanos são os responsáveis pela América Latina estar hoje de pé, pelo fato de que a integração tenha avançado, assim como as alianças que a fomentam.
Ele fez um resumo das lutas de insurreição em Cuba, começando com as guerras independentistas contra o colonialismo espanhol, e expressou que quando os tiros soaram no Moncada e o cheiro de pólvora se espalhou, os 'mambises' do Exército Libertador também combatiam na fortaleza.
Destacou a figura de José Martí, ao considerá-lo o máximo expoente da interpretação e aplicação do grande projeto de libertação continental de Simón Bolívar.
Maduro fez referência à visão martiana da ameaça que a hegemonia do império estadunidense representa para Cuba e os demais países da região.
O mandatário venezuelano rememorou a visita do falecido presidente Hugo Chávez a Santiago e ao museu do Moncada, que marca aquele histórico assalto em 26 de julho de 1953, chamado por Maduro de 'ato de rebeldia quixotesca'.
Ao apresentar a delegação de civis e militares que o acompanham, do Ministério de Defesa e do Pólo Patriótico, afirmou que com eles está presente Chávez e seu amor infinito a Cuba, a Fidel Castro e à Revolução cubana.
