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Raúl e Fidel Castro enviam pêsames por morte de Cintio Vitier
Raúl e Fidel Castro, presidente de Cuba e líder da Revolução, respectivamente, enviaram seus pêsames e coroas de flores aos familiares do intelectual Cintio Vitier, falecido em Havana na quinta-feira aos 88 anos de idade.
Fonte
Cuban News Agency (ACN)
Data
Raúl e Fidel Castro, presidente de Cuba e líder da Revolução, respectivamente, enviaram seus pêsames e coroas de flores aos familiares do intelectual Cintio Vitier, falecido em Havana na quinta-feira aos 88 anos de idade.
No Centro de Estudos Martianos, instituição cultural que dirigiu durante muitos anos e da que era presidente honorário, foram expostos, cobertos por uma bandeira cubana, os restos mortais desse paradigma da cultura cubana.
Na homenagem derradeira ao poeta, ensaísta e romancista cubano, promotor incansável da obra e pensamento de José Martí, estiveram Armando Hart Dávalos, diretor da Instituição, Monsenhor Carlos Manuel de Céspedes, o presidente do Instituto de música, Abel Acosta, além das vice-presidentas da União de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC), Graziella Pogolotti e Nancy Morejon, entre outras personalidades.
Por seus valores patrióticos, Vitier recebeu em vida a ordem José Martí, a maior distinção concedida pelo Conselho de Estado cubano. Também ganhou o prêmio Juan Rulfo de literatura em 2002. Em 1988 foi Prêmio Nacional de Literatura.
Em 1938, quando apenas tinha 17 anos, publicou seu primeiro livro de poesia “Poemas”, com prefácio de Juan Ramón Jiménez. Entre suas obras mais proeminentes estão as coletâneas “Vésperas” e “Testemunhos”, o romance “Peña Pobre” e o ensaio “A cubania na poesia”.
No Centro de Estudos Martianos, instituição cultural que dirigiu durante muitos anos e da que era presidente honorário, foram expostos, cobertos por uma bandeira cubana, os restos mortais desse paradigma da cultura cubana.
Na homenagem derradeira ao poeta, ensaísta e romancista cubano, promotor incansável da obra e pensamento de José Martí, estiveram Armando Hart Dávalos, diretor da Instituição, Monsenhor Carlos Manuel de Céspedes, o presidente do Instituto de música, Abel Acosta, além das vice-presidentas da União de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC), Graziella Pogolotti e Nancy Morejon, entre outras personalidades.
Por seus valores patrióticos, Vitier recebeu em vida a ordem José Martí, a maior distinção concedida pelo Conselho de Estado cubano. Também ganhou o prêmio Juan Rulfo de literatura em 2002. Em 1988 foi Prêmio Nacional de Literatura.
Em 1938, quando apenas tinha 17 anos, publicou seu primeiro livro de poesia “Poemas”, com prefácio de Juan Ramón Jiménez. Entre suas obras mais proeminentes estão as coletâneas “Vésperas” e “Testemunhos”, o romance “Peña Pobre” e o ensaio “A cubania na poesia”.
