"Estamos dispostos a prescindir de qualquer coisa, inclusive da vida, menos da dignidade e da soberania de nosso país. Não somos nós que agredimos, hostilizamos ou bloqueamos aos Estados Unidos. Não exigimos que sua Constituição e seu sistema econômico e político sejam modificados. Respeitamos rigorosamente os direitos dos demais países. Os nossos também devem ser respeitados".

"o dia primeiro de janeiro de 1959 conseguimos pela primeira vez a plena soberania política. O governo da nação começou a ser exercido plenamente pelo próprio povo cubano, que varreu a sangrenta tirania imposta desde o exterior. Desde então, este nobre e heróico povo não cessou de lutar um só dia defendendo o seu direito ao desenvolvimento, à justiça, à paz e à liberdade.".

"Nós temos com que defender nossa soberania, porque temos as armas para defendê-la e, sobretudo, temos o mais importante, temos todo um povo para defender essa soberania. Daí que, a soberania de Cuba e o princípio de autodeterminação o estamos defendendo aqui, em primeiro lugar; não obstante, lá Cuba não está levando a cabo uma batalha por Cuba, está liberando uma batalha por toda a América, porque o resto dos povos está desarmado, o resto dos povos, muitos dos povos da América Latina, estão indefesos perante a ingerência e face ao intervencionismo".

"Esse direito de autodeterminação, o direito à soberania de Cuba, os cubanos defendemo-nos com nossos canhões, com nossos tanques, com nossos exércitos, com nossas divisões!"

"(...) o primeiro pensamento humano e o pensamento de pensar, o pensamento de viver, o pensamento de viver, o pensamento de conhecer a dignidade, o pensamento de ser tratado como outros seres humanos, o ser independente, derivar soberania como pessoa, obtenha dignidade como homem".

“Já é necessário colocar com toda firmeza que o princípio da soberania não pode ser sacrificado em prol duma ordem exploradora e injusta na qual, apoiada no poder e a sua força, uma superpotência hegemônica pretende decidi-lo tudo”.

“Trás um bloqueio desapiedado que tem durado já quase 60 anos, e os que têm morto nos ataques mercenários a navios e portos cubanos, um avião comercial repleto de passageiros que fizeram estourar em pleno voo, invasões mercenárias, múltiplos atos de violência e de força? Ninguém se faça ilusões de que o povo deste nobre e abnegado país renunciará à glória e aos direitos, e à riqueza espiritual que tem ganhado com o desenvolvimento da educação, da ciência e da cultura”.

“Nós temos um adversário bastante poderoso como o é nosso vizinho mais próximo: Estados Unidos. Lhe advertimos que resistiríamos ao bloqueio, ainda que isso pudesse implicar um custo muito elevado para nosso país. Não há pior preço que capitular frente ao inimigo que sem razão nem direito te agride”.