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Cuba reafirma seu compromisso com a Justiça e Liberdade na UNESCO
Cuba reafirmou o seu empenho na luta por um mundo de paz, liberdade e
igualdade na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura (UNESCO), em Paris.
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ACN
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Cuba reafirmou o seu empenho na luta por um mundo de paz, liberdade e igualdade na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em Paris.
A representante por Cuba no Conselho Executivo da UNESCO María de los Ángeles Flores disse que neste ano, em que o mundo celebra o 60º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o planeta está vivendo um momento particular da história marcada por uma enorme crise nas áreas das finanças, alimentos, energia e ambiente.
A criação de uma nova ordem social internacional eficaz com os direitos fundamentais e liberdades não podem mais ser adiadas, disse a representante cubana na sua alocução da 180ª reunião da UNESCO.
Mais de 850 milhões de pessoas passam fome no mundo de hoje, enquanto 1,1 bilhões não têm acesso à água potável e mais de 800 milhões de pessoas ainda são analfabetos; eles são as reais testemunhas da atual situação internacional, afirmou.
A funcionária instou a estabelecer compromissos para o desenvolvimento, a perdoar da dívida externa e globalizar a solidariedade, de acordo com um relatório do correspondente da PL em Paris.
Flores reiterou a disposição do país para apoiar os esforços da UNESCO e de alfabetização, assim como a vontade de compartilhar a experiência cubana na aplicação do método de alfabetização “Eu Sim Posso”, com notável sucesso em vários países. Já são mais de 3,5 milhões as pessoas de 28 países que aprenderam a ler e escrever em apenas cinco anos, graças ao apóio cubano e respeitando as identidades e tradições singulares de cada grupo cultural.
A diplomata, aliás, agradeceu pela solidariedade internacional expressa em meio aos efeitos negativos causados pelo bloqueio econômico de Cuba por parte dos EUA, fato que teve também um impacto negativo na hora de Cuba cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
A representante por Cuba no Conselho Executivo da UNESCO María de los Ángeles Flores disse que neste ano, em que o mundo celebra o 60º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o planeta está vivendo um momento particular da história marcada por uma enorme crise nas áreas das finanças, alimentos, energia e ambiente.
A criação de uma nova ordem social internacional eficaz com os direitos fundamentais e liberdades não podem mais ser adiadas, disse a representante cubana na sua alocução da 180ª reunião da UNESCO.
Mais de 850 milhões de pessoas passam fome no mundo de hoje, enquanto 1,1 bilhões não têm acesso à água potável e mais de 800 milhões de pessoas ainda são analfabetos; eles são as reais testemunhas da atual situação internacional, afirmou.
A funcionária instou a estabelecer compromissos para o desenvolvimento, a perdoar da dívida externa e globalizar a solidariedade, de acordo com um relatório do correspondente da PL em Paris.
Flores reiterou a disposição do país para apoiar os esforços da UNESCO e de alfabetização, assim como a vontade de compartilhar a experiência cubana na aplicação do método de alfabetização “Eu Sim Posso”, com notável sucesso em vários países. Já são mais de 3,5 milhões as pessoas de 28 países que aprenderam a ler e escrever em apenas cinco anos, graças ao apóio cubano e respeitando as identidades e tradições singulares de cada grupo cultural.
A diplomata, aliás, agradeceu pela solidariedade internacional expressa em meio aos efeitos negativos causados pelo bloqueio econômico de Cuba por parte dos EUA, fato que teve também um impacto negativo na hora de Cuba cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.