O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, denunciou hoje as severas medidas impostas por Estados Unidos a Venezuela que obstaculizan os esforços desse país em frente ao novo coronavirus.
Em uma mensagem publicada em sua conta em Twitter, o titular da diplomacia recusou a guerra econômica contra a nação sul-americana que causa danos econômicos e humanitários a seu povo.
'Severas medidas coercitivas unilaterais impostas obstaculizan numerosos esforços e ações deste fraternizo país para fazer frente ao Covid-19', escreveu o chanceler cubano.
Desde a detecção dos primeiros casos, as autoridades venezuelanas denunciaram o efeito do cerco norte-americano como travão para o combate à doença, considerada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde.
Na semana anterior, o promotor geral de Venezuela, Tarek William Saab, denunciou que as medidas coercitivas e unilaterais impedem adquirir medicamentos e insumos para enfrentar a Covid-19.
O magistrado qualificou de inaceitável as ações punitivas no meio da situação que vive o mundo pela pandemia.
'As sanções constituem uma em massa violação dos direitos humanos', denunciou.
Quem adversan radicalmente ao Estado venezuelano devem dar um passo à frente e pedir o cesse destas medidas, expressou em alusão a setores da oposição.
Desde a sexta-feira última, os serviços sanitários venezuelanos detectaram 36 casos positivos do novo coronavirus, pelo que o Governo bolivariano implementou rigorosas medidas de isolamento social para cortar as correntes de transmissão do patogênico.
A cuarentena coletiva inclui a suspensão de todas as atividades docentes e trabalhistas, excepto naqueles setores essenciais e estratégicos como a saúde e alimentação.
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Chanceler de Cuba recusa severas medidas de EUA contra Venezuela
Source
Prensa Latina
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