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Chávez denuncia complô golpista e diz que há detidos por esse motivo
O presidente da República Bolivariana da Venezuela Hugo Chávez, denunciou nesta quinta-feira a preparação de um golpe de estado em contra sua e a detenção de vários dos envolvidos. O magnicídio entrava nos planos dos conspiradores.
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ACN
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O presidente da República Bolivariana da Venezuela Hugo Chávez, denunciou nesta quinta-feira a preparação de um golpe de estado em contra sua e a detenção de vários dos envolvidos. O magnicídio entrava nos planos dos conspiradores.
Segundo Chávez o complô, descoberto um dia antes e denunciando do programa de TV La Hojilla, faz parte de uma nova onda de ações desestabilizadoras dos EUA na região e incluem atuais acontecimentos da Bolívia. Nas últimas horas, o líder venezuelano conversou com seus homólogos Evo Morales e Luis Inácio Lula da Silva sobre esta situação.
Chávez alertou que, apesar das coincidências em datas, a situação é bem diferente da que havia quando o golpe de estado que derrocou Salvador Allende em 1973. Igualmente, pediu aos setores mais radicais da oposição não empreenderem essa aventura, pois receberiam um contundente contragolpe revolucionário.
Por sua vez, o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou que o governo denunciará perante os organismos internacionais os planos conspirativos encaminhados a assassinar o presidente Chávez e acusou a administração de George. W. Bush de estar por trás de dito plano.
Vanesa Davies, dirigente Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), indicou em coletiva de imprensa que essa organização exigirá da Promotoria, em nome dos quase seis milhões de militantes, a investigação do complô. Para isso fará uma marcha até o prédio da Procuradoria, no próximo dia 15 de setembro, encabeçada pela diretoria da organização.
Davies mencionou que nos fragmentos de conversas telefônicas revelados em La Hojilla, se fala de fazer ‘voar pelos ares’ o presidente e de mobilizar unidades de combate da Guarda Nacional para o Palácio Presidencial de Miraflores.
A dirigente política venezuelana assegurou que além de ex-oficiais, há civis envolvidos, mas não revelou nomes, pois segundo ela, serão conhecidos no momento oportuno.
Segundo Chávez o complô, descoberto um dia antes e denunciando do programa de TV La Hojilla, faz parte de uma nova onda de ações desestabilizadoras dos EUA na região e incluem atuais acontecimentos da Bolívia. Nas últimas horas, o líder venezuelano conversou com seus homólogos Evo Morales e Luis Inácio Lula da Silva sobre esta situação.
Chávez alertou que, apesar das coincidências em datas, a situação é bem diferente da que havia quando o golpe de estado que derrocou Salvador Allende em 1973. Igualmente, pediu aos setores mais radicais da oposição não empreenderem essa aventura, pois receberiam um contundente contragolpe revolucionário.
Por sua vez, o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou que o governo denunciará perante os organismos internacionais os planos conspirativos encaminhados a assassinar o presidente Chávez e acusou a administração de George. W. Bush de estar por trás de dito plano.
Vanesa Davies, dirigente Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), indicou em coletiva de imprensa que essa organização exigirá da Promotoria, em nome dos quase seis milhões de militantes, a investigação do complô. Para isso fará uma marcha até o prédio da Procuradoria, no próximo dia 15 de setembro, encabeçada pela diretoria da organização.
Davies mencionou que nos fragmentos de conversas telefônicas revelados em La Hojilla, se fala de fazer ‘voar pelos ares’ o presidente e de mobilizar unidades de combate da Guarda Nacional para o Palácio Presidencial de Miraflores.
A dirigente política venezuelana assegurou que além de ex-oficiais, há civis envolvidos, mas não revelou nomes, pois segundo ela, serão conhecidos no momento oportuno.