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Bloqueio dos EUA afeta cooperação internacional de Cuba
O bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba há mais de meio século afeta a cooperação que desenvolve a Ilha com diversos países do mundo, incluída a nação do norte.
Source
Prensa Latina
Date
O bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba há mais de meio século afeta a cooperação que desenvolve a Ilha com diversos países do mundo, incluída a nação do norte.
Numerosos entraves e obstáculos supõe o cerco de Washington para a colaboração internacional que impulsiona em diferentes setores o país caribenho, tal como denuncia o relatório denominado "Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba".
Um dos casos expostos neste relatório difundido pela Chancelaria cubana, aconteceu em março deste ano, quando científicos de várias universidades da Flórida afirmaram que o bloqueio tem comprometido suas pesquisas marítimas, ao serem impedidos de viajar à Ilha para compartilhar com seus homólogos da nação caribenha.
Segundo afirmou um dos acadêmicos, o propósito era colaborar com colegas cubanos em um estudo que poderia melhorar as condições dos recifes de corais, prevenir um excesso da pesca e gerar um maior entendimento do ecossistema no Golfo do México.
Outra vítima da política hostil da Casa Branca, foi o professor da Universidade de Illinois, Víctor Margolin, que não pôde participar do VII Encontro Internacional de Desenho Forma 2013, em Havana, ao não receber resposta do Departamento do Tesouro a sua solicitação de permissão para viajar a Cuba.
Além disso, outras ações foram reveladas em princípios de 2014 pelo diário San Francisco Bay View, que relatou sobre as investigações do Serviço de Impostos Internos contra a ONG "Fundação Interreligiosa para a Organização Comunitária".
Este agrupamento solidário, que foi dirigido pelo emblemático reverendo Lucius Walker até seu falecimento em 2010, organiza os estudos médicos de jovens norte-americanos em Cuba.
Igualmente no âmbito da saúde pública, o texto destacou que em 2014 a Brigada Médica cubana em Gabón não pôde enviar à Ilha a quantia de 370 mil dólares.
Tudo isso, devido à negativa do Banco BNP PARIBAS para processar as correspondentes transferências, por se encontrar sob ameaça de ser multada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos.
Numerosos entraves e obstáculos supõe o cerco de Washington para a colaboração internacional que impulsiona em diferentes setores o país caribenho, tal como denuncia o relatório denominado "Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba".
Um dos casos expostos neste relatório difundido pela Chancelaria cubana, aconteceu em março deste ano, quando científicos de várias universidades da Flórida afirmaram que o bloqueio tem comprometido suas pesquisas marítimas, ao serem impedidos de viajar à Ilha para compartilhar com seus homólogos da nação caribenha.
Segundo afirmou um dos acadêmicos, o propósito era colaborar com colegas cubanos em um estudo que poderia melhorar as condições dos recifes de corais, prevenir um excesso da pesca e gerar um maior entendimento do ecossistema no Golfo do México.
Outra vítima da política hostil da Casa Branca, foi o professor da Universidade de Illinois, Víctor Margolin, que não pôde participar do VII Encontro Internacional de Desenho Forma 2013, em Havana, ao não receber resposta do Departamento do Tesouro a sua solicitação de permissão para viajar a Cuba.
Além disso, outras ações foram reveladas em princípios de 2014 pelo diário San Francisco Bay View, que relatou sobre as investigações do Serviço de Impostos Internos contra a ONG "Fundação Interreligiosa para a Organização Comunitária".
Este agrupamento solidário, que foi dirigido pelo emblemático reverendo Lucius Walker até seu falecimento em 2010, organiza os estudos médicos de jovens norte-americanos em Cuba.
Igualmente no âmbito da saúde pública, o texto destacou que em 2014 a Brigada Médica cubana em Gabón não pôde enviar à Ilha a quantia de 370 mil dólares.
Tudo isso, devido à negativa do Banco BNP PARIBAS para processar as correspondentes transferências, por se encontrar sob ameaça de ser multada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos.
