Notizie
Nacionalizações marcam semana boliviana
As nacionalizações de empresas elétricas e suas repercussões marcaram a semana que se encerra hoje na Bolívia.
Fonte
Prensa Latina
Data
As nacionalizações de empresas elétricas e suas repercussões marcaram a semana que se encerra hoje na Bolívia.
No sábado passado, o presidente Evo Morales nacionalizou várias plantas geradoras de energia no departamento de Cochabamba (centro), como a melhor homenagem possível aos trabalhadores em seu Dia Internacional.
Os acionistas e governos afetados têm reagido positivamente, ao reconhecer o direito do Estado boliviano a controlar os serviços básicos, e mostraram unicamente a preocupação em receber uma compensação adequada.
Diferentes autoridades da nação andina têm reiterado no decorrer da semana que todos os acionistas receberão uma indenização justa, de acordo com as situações financeiras da cada empresa.
O mais importante destes acontecimentos é que agora o Estado controla 80 por cento da geração elétrica do país, como parte de seu objetivo de começar a exportar energia a médio prazo.
Durante os últimos sete dias, os deputados bolivianos continuaram com o tratamento de vários projetos de leis-chave para a aplicação plena da nova Constituição Política do Estado.
Entre eles, encontra-se o projeto de Lei sobre a Procuradoria Geral do Estado, a do Órgão Judicial e a do Órgão Eleitoral, que têm avançado pouco a pouco.
A semana ficou marcada também pelo bloqueio realizado pelos moradores da localidade de Caranavi no caminho para La Paz, demandando a instalação de uma planta processadora de cítricos.
Meios jornalísticos asseguram que por causa desse bloqueio três pessoas perderam a vida por falta de atenção médica, razão pela qual os moradores vizinhos pedem a construção de outra via de acesso à sede do governo.
O bloqueio da via prejudicou até o momento ao menos 500 caminhões, além de atrapalhar milhares de pessoas e cooperativistas auríferos, que não podem deslocar a suas fontes de trabalho.
Representantes dos produtores da zona asseguram que perderam ao menos 300 mil dólares pela paralisação das exportações ao Peru e ao Chile.
Diante de tal situação, ontem o governo decidiu resolver o assunto e produziram-se violentos confrontos quando efetivos da Polícia se apresentaram ao lugar para descongestioná-lo.
Outro acontecimento relevante foi a greve dos trabalhadores realizada na terça-feira passada, seguida parcialmente em todo o país, em protesto pelo aumento salarial de cinco por cento proposto pelo governo.
Nos últimos dias, representantes do Estado e de organizações sindicais e empresariais concordaram que, nestes momentos, elevar essa cifra representaria comprometer o futuro econômico do país.
Por último, nesta sexta-feira as novas autoridades eleitas nas eleições de 4 de abril passado receberam suas credenciais, em um processo que finalizará no final do mês quando os governadores e prefeitos assumam seus cargos.
No sábado passado, o presidente Evo Morales nacionalizou várias plantas geradoras de energia no departamento de Cochabamba (centro), como a melhor homenagem possível aos trabalhadores em seu Dia Internacional.
Os acionistas e governos afetados têm reagido positivamente, ao reconhecer o direito do Estado boliviano a controlar os serviços básicos, e mostraram unicamente a preocupação em receber uma compensação adequada.
Diferentes autoridades da nação andina têm reiterado no decorrer da semana que todos os acionistas receberão uma indenização justa, de acordo com as situações financeiras da cada empresa.
O mais importante destes acontecimentos é que agora o Estado controla 80 por cento da geração elétrica do país, como parte de seu objetivo de começar a exportar energia a médio prazo.
Durante os últimos sete dias, os deputados bolivianos continuaram com o tratamento de vários projetos de leis-chave para a aplicação plena da nova Constituição Política do Estado.
Entre eles, encontra-se o projeto de Lei sobre a Procuradoria Geral do Estado, a do Órgão Judicial e a do Órgão Eleitoral, que têm avançado pouco a pouco.
A semana ficou marcada também pelo bloqueio realizado pelos moradores da localidade de Caranavi no caminho para La Paz, demandando a instalação de uma planta processadora de cítricos.
Meios jornalísticos asseguram que por causa desse bloqueio três pessoas perderam a vida por falta de atenção médica, razão pela qual os moradores vizinhos pedem a construção de outra via de acesso à sede do governo.
O bloqueio da via prejudicou até o momento ao menos 500 caminhões, além de atrapalhar milhares de pessoas e cooperativistas auríferos, que não podem deslocar a suas fontes de trabalho.
Representantes dos produtores da zona asseguram que perderam ao menos 300 mil dólares pela paralisação das exportações ao Peru e ao Chile.
Diante de tal situação, ontem o governo decidiu resolver o assunto e produziram-se violentos confrontos quando efetivos da Polícia se apresentaram ao lugar para descongestioná-lo.
Outro acontecimento relevante foi a greve dos trabalhadores realizada na terça-feira passada, seguida parcialmente em todo o país, em protesto pelo aumento salarial de cinco por cento proposto pelo governo.
Nos últimos dias, representantes do Estado e de organizações sindicais e empresariais concordaram que, nestes momentos, elevar essa cifra representaria comprometer o futuro econômico do país.
Por último, nesta sexta-feira as novas autoridades eleitas nas eleições de 4 de abril passado receberam suas credenciais, em um processo que finalizará no final do mês quando os governadores e prefeitos assumam seus cargos.
