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Angola traz "O astreador de dinheiro"; a festa cubana do livro
Angola trará à 22 Feira Internacional do Livro uma proposta que interessará aos leitores cubanos, deseosos de saciar suas ânsias literárias: O rastreador de dinheiro.
Fonte
Prensa Latina
Data
Angola trará à 22 Feira Internacional do Livro uma proposta que interessará aos leitores cubanos, deseosos de saciar suas ânsias literárias: O rastreador de dinheiro.
Dita obra de Roderick Nehone, pseudônimo literário do escritor angolenho Frederico Manuel dois Santos, destaca entre os títulos que a Editorial Oriente apresentará na festa cubana do livro.
Uma abarcadora mostra do que se escreve e publica hoje em dia em Angola estará ao alcance dos cubanos durante o próximo bazar, concebido com propósitos mais espirituais que comerciais.
No entanto, por estes dias os cubanos costumam investir grandes sumas em enriquecer suas bibliotecas particulares, e ainda que o preço dos livros é inferior à média internacional, igual é caro.
Mesmo assim, o leitor cubano joga mão a suas poupanças com a mesma serenidade que o cinéfilo nacional se desgasta em duas semanas de Festival a cada dezembro, porque há vícios incuráveis e bons.
Quiçá pela mesma picaresca nacional, os cubanos desfrutem com a proposta de Nehone, um escritor que, por verdadeiro, se fez advogado na Universidade das Villas, na cidade cubana de Santa Clara.
Agora conta em primeira pessoa a história de Nazaré dos Relâmpagos de Abril, um estafador autodidata que fracassa em sua tentativa de se reivindicar como trabalhador informal.
A capacidade de adaptação e criatividade para sobreviver dos angolenhos capitalinos é recorrente na obra de Nehone, que também retrató tais características em "Ou Catador de Bufunfa".
Em sua literatura subjace um convite à reflexão, ao autoanálisis existencial, mas sem cair em densidades didáticas.
Nascido em 1965, Nehone estudou em Cuba até 1989 e de 1991 a 2004 foi docente da Universidade Agostinho Neto, em Luanda, e agora é Vice-presidente da União dos Escritores Angolenhos.
Dita obra de Roderick Nehone, pseudônimo literário do escritor angolenho Frederico Manuel dois Santos, destaca entre os títulos que a Editorial Oriente apresentará na festa cubana do livro.
Uma abarcadora mostra do que se escreve e publica hoje em dia em Angola estará ao alcance dos cubanos durante o próximo bazar, concebido com propósitos mais espirituais que comerciais.
No entanto, por estes dias os cubanos costumam investir grandes sumas em enriquecer suas bibliotecas particulares, e ainda que o preço dos livros é inferior à média internacional, igual é caro.
Mesmo assim, o leitor cubano joga mão a suas poupanças com a mesma serenidade que o cinéfilo nacional se desgasta em duas semanas de Festival a cada dezembro, porque há vícios incuráveis e bons.
Quiçá pela mesma picaresca nacional, os cubanos desfrutem com a proposta de Nehone, um escritor que, por verdadeiro, se fez advogado na Universidade das Villas, na cidade cubana de Santa Clara.
Agora conta em primeira pessoa a história de Nazaré dos Relâmpagos de Abril, um estafador autodidata que fracassa em sua tentativa de se reivindicar como trabalhador informal.
A capacidade de adaptação e criatividade para sobreviver dos angolenhos capitalinos é recorrente na obra de Nehone, que também retrató tais características em "Ou Catador de Bufunfa".
Em sua literatura subjace um convite à reflexão, ao autoanálisis existencial, mas sem cair em densidades didáticas.
Nascido em 1965, Nehone estudou em Cuba até 1989 e de 1991 a 2004 foi docente da Universidade Agostinho Neto, em Luanda, e agora é Vice-presidente da União dos Escritores Angolenhos.
