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Prensa Latina denuncia atropelo contra seus correspondentes na ONU
A Prensa Latina denunciou hoje o atropelo contra seus correspondentes inscritos na Organização das Nações Unidas em Nova York, a quem os Estados Unidos negaram os vistos para que se reincorporassem a suas funções.
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PL
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A Prensa Latina denunciou hoje o atropelo contra seus correspondentes inscritos na Organização das Nações Unidas em Nova York, a quem os Estados Unidos negaram os vistos para que se reincorporassem a suas funções.
Uma Declaração da Direção Geral da Prensa Latina indica que Ilsa Rodríguez Santana e seu esposo Tomás Anael Granados Jiménez, que se encontravam de férias em Cuba, levavam três anos de trabalho jornalístico na sede da ONU em Nova York.
Rodríguez Santana e Granados Jiménez têm cada um quatro décadas de trabalho na Prensa Latina com uma reconhecida trajetória profissional, incluindo missões como correspondentes permanentes na Índia, Zimbábue, China e Nova York.
A ação contra nossos jornalistas constitui uma grosseira violação de seus direitos como representantes de uma agência de notícias internacional, com quase meio século de cobertura continuada da ONU e seus organismos especializados, aponta a Declaração.
Evidência também o desprezo dos Estados Unidos ao exercício do jornalismo e ao direito dos seres humanos de informar e estarem informados, ao mesmo tempo em que desconhece seus deveres como país anfitrião da sede principal das Nações Unidas.
Uma Declaração da Direção Geral da Prensa Latina indica que Ilsa Rodríguez Santana e seu esposo Tomás Anael Granados Jiménez, que se encontravam de férias em Cuba, levavam três anos de trabalho jornalístico na sede da ONU em Nova York.
Rodríguez Santana e Granados Jiménez têm cada um quatro décadas de trabalho na Prensa Latina com uma reconhecida trajetória profissional, incluindo missões como correspondentes permanentes na Índia, Zimbábue, China e Nova York.
A ação contra nossos jornalistas constitui uma grosseira violação de seus direitos como representantes de uma agência de notícias internacional, com quase meio século de cobertura continuada da ONU e seus organismos especializados, aponta a Declaração.
Evidência também o desprezo dos Estados Unidos ao exercício do jornalismo e ao direito dos seres humanos de informar e estarem informados, ao mesmo tempo em que desconhece seus deveres como país anfitrião da sede principal das Nações Unidas.
