Cinquenta uruguaios viajaram hoje para Cuba com ajuda humanitária e se juntarão à brigada de solidariedade sul-americana que está enfraquecendo o rígido bloqueio dos Estados Unidos contra a ilha caribenha.

Estes são os membros da brigada “Fidel Castro”, que partiu esta manhã do Aeroporto Internacional de Carrasco levando suprimentos médicos e medicamentos em suas bagagens.

O crime de Barbados resulta dessas feridas abertas pelo terrorismo desencadeado contra Cuba a partir dos Estados Unidos, cujo governo tem a ilha caribenha na lista dos países que promovem este flagelo, um paradoxo cínico.
 
É o que acreditam cubanos de várias gerações, marcadas por aquelas três palavras que ressoaram em 6 de outubro de 1976 na cabine do vôo 455 da Cubana de Aviación que decolou de Barbados para a Jamaica.
 

Hoje, mais um dia começa em Cuba na batalha contra o Covid-19, com sinais encorajadores, mas aqui eles ainda estão esperando os Estados Unidos fazer uma declaração sobre o ataque contra sua embaixada em Washington.
 
Dezoito dias se passaram desde que a sede diplomática cubana na capital norte-americana recebeu 32 balas de um fuzil de assalto, sem que o governo de Washington cumprisse seu dever de informar oficialmente sobre o assunto.