“Os Brics propõem maior coordenação macroeconômica entre as principais economias, particularmente no G-20, como fator fundamental para o fortalecimento das perspectivas de uma recuperação efetiva e sustentável no mundo todo.”
"A China, que há apenas sete décadas foi invadida e saqueada por seus atuais aliados no continente asiático, avança hoje visando ocupar um lugar cimeiro na economia mundial. É o principal credor dos Estados Unidos, e discute serenamente com o presidente desse poderoso país as regras que regerão as relações entre as duas nações num mundo cheio de riscos."
"É preciso repensar tudo o criado desde Bretton Woods até hoje. Não houve então verdadeira visão de futuro. Prevaleceram os privilégios e os interesses do mais poderoso. Ante a profunda crise atual, nos estão oferecendo um futuro ainda pior, no qual jamais se resolveria a tragédia econômica, social e ecológica de um mundo que será cada vez mais ingovernável [...]"

“Outro programa no qual se veio trabalhando fortemente é na instalação de grupos de geradores elétricos de emergência em objetivos vitais da economia e dos serviços do país, para assegurar a energia elétrica ante qualquer situação de emergência, como poderia ser um fenômeno meteorológico ou qualquer outra catástrofe natural ou provocada que afetasse a nossa pátria.”

"O que se impõe de imediato é uma revolução energética que consiste nem só na substituição de todas as lâmpadas incandescentes senão também a reciclagem em massa de todos os eletrodomésticos comerciais, industriais, transporte e de uso social que com as tecnologias anteriores precisam dois e três  vezes mais energia."

"O mundo foi dominado pelo império mais pela economia e a mentira do que pela força. Obteve o privilégio de imprimir as divisas convertíveis ao finalizar a Segunda Guerra Mundial, monopolizava a arma nuclear, dispunha de quase todo o ouro do mundo e era o único produtor em grande escala de equipamentos produtivos, bens de consumo, alimentos e serviços a nível mundial."

 

“O governo dos Estados Unidos de América emprega recursos económicos inimagináveis para defender um direito que viola a soberania de todos os outros países: continuar comprando com bilhetes de papel as matérias-primas, a energia, as indústrias de tecnologias avançadas, as terras mais produtivas e os imóveis mais modernos de nosso planeta.”

“É preciso salientar que as sociedades de consumo são as principais responsáveis pela atroz destruição do meio ambiente. Elas nasceram das antigas metrópoles coloniais e de políticas imperiais que, pela sua vez, engendraram o atraso e a pobreza que hoje açoitam a imensa maioria da humanidade.”

Em meio de tanta euforia ninguém pode assegurar até quando o sistema econômico dos Estados Unidos, regido pelas cegas leis da economia de mercado, pode impedir que o globo financiero estale. Não há milagres econômicos.
“O intercâmbio desigual e as piores relações econômicas são impostas pelas potências capitalistas a uma grande parte dos povos do mundo. Estas realidades impõem aos nossos povos revolucionários a necessidade e o dever de lutarem unidos para acelerar o fim dessas circunstâncias tão desumanas, que tipificam o que Carlos Marx qualificou como a pré-história da sociedade humana.”