“O que pensaram, que a bota dos seus donos nos esmagaria? O que pensaram, que o “todo-poderoso” império liquidaria a Revolução? O que pensaram, que nos afogaríamos perante as dificuldades, que sucumbiríamos perante o bloqueio, que nos acovardaríamos perante o perigo? Pensaram isso, e se enganaram! Pensaram isso, e cada dia será maior a decepção, o desengano! Nem nos esmagarão, nem nos liquidarão, nem sucumbiremos, nem haverá medo perante as dificuldades!”
"São os países socialistas os que lutam conseqüentemente pelo desarmamento e pela paz; são os países socialistas os que podem convencer a humanidade, os que cada dia convencem mais a humanidade de que lutam sinceramente pelo desarmamento e pela paz, ao passo que cada dia se torna mais evidente que os que resistem ao desarmamento e à paz são os exploradores, são os saqueadores, são os colonialistas e são os imperialistas".
"Os países imperialistas se resistem ao desarmamento, porque precisam das armas para chantagear, para oprimir, para intervir e para pilhar".
"Os imperialistas necessitam do perigo de guerra para manter a opressão sobre seus próprios operários, para manter a repressão sobre suas próprias classes trabalhadoras; os imperialistas necessitam do perigo de guerra para armar-se, para justificar sua carreira armamentista".
"A grande verdade é que o imperialismo não pode subsistir, o imperialismo está em decomposição e o imperialismo desaparecerá. E não vai demorar muito tempo, tendo em conta a situação!, porque, realmente, o movimento de libertação dos povos se acelera; o imperialismo não tem saída".
"Os povos inquietam-se cada vez mais; a consciência revolucionária cresce. E como é impossível que os povos se resignem a viver nas condições de miséria a que o imperialismo os tem submetidos e se resignem à congelação dessa situação, é lógico que os povos
—mais tarde ou mais cedo— se levantem contra essas condições, e então os imperialistas vão intervir em qualquer nação da América Latina, onde os povos se cansem da exploração".
"Eles são os que devem ter motivo para estar intimidados, porque a roda esmagadora da história marcha sobre eles, e nós marchamos encima do carro da história! Como um desses tanques que avançava por aí, como um desses tanques é a história! E sobre o carro da história marcha a Revolução Cubana, e sob o carro da história ficará esmagado o imperialismo, o colonialismo, e a reação em todo o mundo".
"(...) os imperialistas não podem desafiar impunemente a solidariedade de todo o mundo; porque na realidade os tempos em que os imperialistas atuavam como piratas, impunes, já passaram, e os piratas internacionais têm cada dia mais amarradas as mãos, os povos têm cada dia mais força e mais possibilidades de amarrar os piratas internacionais".
"Com quem tivemos problemas? Com os imperialistas ianques! Nós não tivemos problemas com nenhum outro povo; não com os povos, porque não tivemos problemas com o povo norte-americano. Mas tivemos problemas com alguns governos da América, não tem sido com esses governos, tem sido com os monopólios, que são os que administram como fantoches e como bonecos esses governos. Isto é, tivemos problemas com os governos que estão entregados incondicionalmente aos monopólios ianques; essa é a história de todo este processo; é a história que sabe nosso povo e é a história que sabe a América".
"Independentemente de que ser socialista é um direito nosso, eles começaram a organizar suas invasões contra a Revolução, quando ainda a Revolução não tinha chegado à etapa da construção do socialismo. Então, eles ficavam desmascarados por suas próprias ações. Isso demonstra toda a mentira, isso demonstra que o imperialismo não se resigna nem sequer à luta dos povos pela recuperação de suas riquezas; e por isso o imperialismo não nos deixou de fustigar".