"(...) os imperialistas não podem desafiar impunemente a solidariedade de todo o mundo; porque na realidade os tempos em que os imperialistas atuavam como piratas, impunes, já passaram, e os piratas internacionais têm cada dia mais amarradas as mãos, os povos têm cada dia mais força e mais possibilidades de amarrar os piratas internacionais".

"Com quem tivemos problemas? Com os imperialistas ianques! Nós não tivemos problemas com nenhum outro povo; não com os povos, porque não tivemos problemas com o povo norte-americano. Mas tivemos problemas com alguns governos da América, não tem sido com esses governos, tem sido com os monopólios, que são os que administram como fantoches e como bonecos esses governos. Isto é, tivemos problemas com os governos que estão entregados incondicionalmente aos monopólios ianques; essa é a história de todo este processo; é a história que sabe nosso povo e é a história que sabe a América".

"Independentemente de que ser socialista é um direito nosso, eles começaram a organizar suas invasões contra a Revolução, quando ainda a Revolução não tinha chegado à etapa da construção do socialismo. Então, eles ficavam desmascarados por suas próprias ações. Isso demonstra toda a mentira, isso demonstra que o imperialismo não se resigna nem sequer à luta dos povos pela recuperação de suas riquezas; e por isso o imperialismo não nos deixou de fustigar".

"O governo dos Estados Unidos e suas instituições mais representativas decidiram de antemão a liberdade do monstro.

"O mais genuíno representante de um sistema de terror imposto ao mundo pela superioridade tecnológica, econômica e política da potência mais poderosa que tenha conhecido nosso planeta, é sem dúvida George W. Bush".

"O imperialismo acaba de cometer um monstruoso crime no Equador. Bombas mortíferas foram lançadas durante a madrugada contra um grupo de homens e mulheres que, quase sem exceção, dormiam. (...)
 
Ninguém tem direito de matar a sangue frio. Se aceitarmos esse método imperial de guerra e barbárie, bombas ianques dirigidas por satélites podem cair sobre qualquer grupo de homens e mulheres latino-americanos, no território de qualquer país, se houver ou não guerra. O fato que aconteceu em terra provadamente equatoriana é um agravante".

"Você acusa os revolucionários cubanos de serem torturadores. O exorto seriamente a que presente apenas um dos mais de mil prisioneiros capturados nos combates de Playa Girón que tenha sido torturado. Eu estava ali, não protegido num longínquo posto geral de comando. Capturei pessoalmente, com alguns ajudantes, numerosos prisioneiros; passei diante de esquadras armadas, ainda ocultas por trás da vegetação da floresta, que se paralisaram pela presença do chefe da Revolução no lugar. Lamento ter que mencionar isto, que pode parecer um auto elogio, o qual detesto sinceramente".

"Quando triunfa a Revolução em Cuba em Primeiro de Janeiro de 1959, quase 15 anos depois do estalido das primeiras armas nucleares, e proclama uma Lei de Reforma Agrária baseada no princípio de soberania nacional, consagrado pelo sangue dos milhões de combatentes que morreram naquela guerra, a resposta dos Estados Unidos foi um programa de factos ilegais e atentados terroristas contra o povo cubano, subscritos pelo próprio presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower".

"Quando proclamamos a Lei de Reforma Agrária, Eisenhower decidiu o que tinha que fazer (...) Em virtude daquela decisão precipitada, nossa quota açucareira foi suprimida em Dezembro de 1960, e mais tarde redistribuída entre outros produtores desta e doutras regiões do mundo como castigo. Nosso país ficou bloqueado e isolado.
 

"A conduta e as ações de resposta de Cuba face às provocações do império serão absolutamente pacíficas, mas bateremos com toda a força da nossa moral e estaremos dispostos a derramar até a última gota de sangue perante qualquer agressão bélica do império revolto e brutal que nos ameaça. Ninguém esqueça um instante aquela grandiosa promessa do Titão de Bronze: “Quem tentar apoderar-se de Cuba recolherá o pó do seu solo alagado em sangue, se não perecer na luta”.