"Cooperar com outros povos explorados e pobres sempre foi para os revolucionários cubanos um princípio político e um dever com a humanidade. "
"[...]milhares de médicos e técnicos da saúde pública cubana tenham oferecido seus serviços no Haiti. Com seu povo temos convivido em tempos de paz ou de guerras, em terremotos e furações. Com ele estaremos nestes tempos de intervenção, de ocupação e de epidemias.
O Presidente do Haiti, as autoridades centrais e locais, sejam quais forem suas idéias religiosas ou políticas, sabem que podem contar com Cuba." 

“O internacionalismo revolucionário é uma lei de nossa luta. Isolados não poderemos triunfar. As grandes ajudas ou a mais simples das rebeldias populares nos fortalecem a todos, visto que são a expressão de uma humanidade nova, que luta em favor de uma sociedade mais justa.”

“A ofensiva de massas e de idéias desatada em nosso país é uma questão sem precedentes. […] Em nenhuma época, em nenhum outro lugar foi travada semelhante contenda no terreno das idéias e da ética entre um país tão poderoso e o povo de uma pequena Ilha, situada apenas a 90 milhas de suas costas.”

“A Brigada “Henry Reeve” foi criada, e qualquer que for a tarefa que vocês assumirem em qualquer canto do mundo ou em nossa própria pátria, levarão sempre a glória da resposta Valente e digna que deram ao apelo de solidariedade com o irmão povo dos Estados Unidos, e, em especial, seus filhos mais humildes.

Avante, generosos defensores da saúde e da vida, vencedores da dor e da morte!”

“Revolução é sentido do momento histórico; é mudar tudo o que deve ser mudado; é igualdade e liberdade plenas; é ser tratado e tratar os demais como seres humanos; é emancipar-nos por nós próprios e com nossos próprios esforços; é desafiar poderosas forças dominantes dentro e fora do âmbito social e nacional; é defender valores nos que se acredita ao preço de qualquer sacrifício; é modéstia, desinteresse, altruísmo, solidariedade e heroísmo; é lutar com audácia, inteligência e realismo; é não mentir jamais nem violar princípios éticos; é convicção profunda de que não existe força no mundo c

“Utilizaremos a computação não para fabricar armas de destruição massiva e exterminar vidas, mas para transmitir conhecimentos a outros povos. Do ponto de vista econômico, o desenvolvimento das inteligências e das consciências dos nossos compatriotas, graças à Revolução, não só nos permitem cooperar com os povos que mais o necessitam, sem custo algum, mas também exportar serviços especializados, incluídos os de saúde, a países com mais recursos do que nossa pátria. Nesse terreno os Estados Unidos não poderiam concorrer jamais com Cuba.”

"Meditava sobre a magnitude da nossa cooperação não apenas na Bolívia, mas também em Haiti, no Caribe, em vários países da América Central e na América do Sul, África, e até na longínqua Oceania, a 20 mil quilômetros de distância. Lembrava igualmente as missões da Brigada Henry Reeve, em casos de graves emergências, viajando nos nossos próprios aviões, transportando pessoal e outros recursos. O milhão de operados da vista, gratuitamente, cada ano na América Latina e no Caribe de que temos falado, não está longe de ser alcançado. Podem acaso competir os Estados Unidos com Cuba?"

"O quê decide o império visando concorrer com Cuba na área de nosso hemisfério? Enviar um enorme navio convertido em hospital flutuante que trabalha dez dias em cada país. Poucas pessoas podem ser ajudadas, porém está muito longe de resolver os problemas de um país; não compensa também não o roubo de cérebros nem pode formar os especialistas de que precisa para emprestar verdadeiros serviços médicos qualquer dia da semana e do ano.