“A integração para a América Latina e o Caribe é fundamental. Só unidos poderemos renegociar as condições de nosso papel neste hemisfério. Mesma coisa digo em relação à necessidade de unir os esforços dos países do Terceiro Mundo frente ao poderoso e insaciável clube dos ricos.”
Não confio na política dos Estados Unidos nem tenho intercambiado uma palavra com eles, sem que isto signifique, nem muito menos, uma rejeição a uma solução pacífica dos conflitos ou perigos de guerra. Defender a paz é um dever de todos. Qualquer solução pacífica e negociada para os problemas entre os Estados Unidos e os povos ou qualquer povo da América Latina, que não implique a força ou o emprego da força, deverá ser tratada de acordo com os princípios e normas internacionais.
“Para mim, unidade significa partilhar o combate, os riscos, os sacrifícios, os objetivos, as idéias, conceitos e estratégias, aos quais se chega mediante debates e análises. Unidade significa a luta comum contra anexionistas, vende-pátrias e corruptos que não têm nada a ver com um militante revolucionário. A essa unidade em torno à ideia da independência e contra o império que avançava sobre os povos da América, é a que sempre fiz referência.”.
“A verdadeira integração entre os países da América Latina e do Caribe é uma condição indispensável para o desenvolvimento sustentável, a segurança e soberania alimentares, para a satisfação das necessidades dos nossos povos”.
"Embora magoa nossa modéstia, constitui um amargo dever salientar que nosso bloqueado, ameaçado e caluniado país, tem demonstrado que os povos latino-americanos podem viver sem violência e sem drogas. Podem inclusive viver, e assim tem acontecido durante mais de meio século, sem relações com os Estados Unidos. Isto último, não o temos demonstrado nós; demonstraram-no eles."