“Acredito que hoje em América Latina a batalha prioritária é —no meu entender— derrotar o neoliberalismo, porque se não derrotamos ao neoliberalismo desaparecemos como nações, desaparecemos como Estados independentes, e seremos mais colônias do que nunca o foram os países do Terceiro Mundo.”
“Eles nos legaram o exemplo com que nosso povo, dia após dia, peça a peça e idéia após idéia, tem convertido a Cuba de colônia espanhola primeiro e humilhante domínio imperialista depois, na nação mais independente e livre da Terra; de uma sociedade escravagista, plena de injustiças e desigualdades, no país mais solidário e justo que o mundo conhecera.”
Muitos cidadãos da nação mais rica do mundo não recebem o mesmo tratamento, e grande parte deles nem sequer votam. Contudo, o exercício desse direito é exercido por muito mais de 90% de nossa população, que sabe ler e escrever e é portadora de um padrão nada desprezível de cultura e conhecimentos políticos.