“Considero que todos os povos têm direito à paz e a desfrutar dos bens e recursos naturais do planeta. É uma vergonha o que está acontecendo com a população em muitos países da África, aonde se vêm milhões de crianças, mulheres e homens esqueléticos entre seus habitantes a causa da falta de alimentos, de água e de medicamentos”.
Defender a paz não significa, para um verdadeiro revolucionário, renunciar aos princípios de justiça, sem os quais, a vida humana e a sociedade careceriam de sentido.
"Não se trata do direito legítimo do povo israelita a viver e trabalhar em paz e liberdade, trata-se precisamente do direito dos demais povos da região à liberdade e à paz".
"Graças à posse das armas de destruição em massa é que o Israel tem podido desempenhar seu papel como instrumento do imperialismo e do colonialismo nessa região do Oriente Médio".
"Israel um gendarme no Oriente Médio, que hoje ameaça uma parte considerável da população mundial e que é capaz de agir com a independência e o fanatismo que o caracterizam".
“Em uma guerra nuclear o prejuízo colateral seria a vida da humanidade”.
“Qualquer governo do mundo está obrigado a respeitar o direito à vida de qualquer nação e do conjunto de todos os povos do planeta”.
“Os povos estão no dever de exigir aos líderes políticos seu direito a viver. Quando a vida de sua espécie, de seu povo e dos seus seres mais queridos correm semelhante risco, ninguém pode dar-se ao luxo de ser indiferente, nem se pode perder um minuto em exigir o respeito por esse direito; amanhã seria tarde demais”.
"(...) o Movimento de Países Não-Alinhados voltou a ser uma força efetiva na arena internacional do nosso tempo. Este Movimento hoje é mais necessário do que nunca. Se antes nos esforçávamos por ocupar um lugar digno no meio da luta entre duas superpotências, hoje nos debatemos entre o risco do hegemonismo unipolar, e a única forma possível, suportável e aceitável de sobreviver: a existência de um mundo multilateral, onde a paz, a liberdade, o desenvolvimento e o progresso possam ter lugar para todos. Os nossos povos assim o necessitam. Não podemos defrauda-los".
"Os Países Não Alinhados insistimos em que é necessário eliminar a abissal desigualdade que afasta os países desenvolvidos e aos países em vias de desenvolvimento. Por isso lutamos para suprimir a pobreza, a fome, a doença e o analfabetismo que padecem ainda centenas de milhões de seres humanos. Aspiramos a uma nova ordem mundial, baseada na justiça, na equidade e na paz (...)"