“Os povos têm que lutar para proteger não já sua economia, seus direitos, têm que lutar para defender sua própria sobrevivência”.

"É preciso levantar o espírito de luta dos povos, sua vontade resistir; é preciso fazê-los tomar consciência de que têm que se ir preparando para novos conceitos, uma nova concepção do mundo, uma nova ordem econômica mundial verdadeiramente justa, que é o que deve resultar da luta dos povos".

“Se se pensa o bem-estar do homem como a soma de todas as riquezas materiais necessárias para uma vida material decorosa, que se sabe em que consistem, e a criação ilimitada de riquezas culturais e espirituais, penso que essa é a única concepção com razão de ser relativamente à ideia racional de como deve ser o mundo do futuro”.

"Os nossos povos têm suficientes homens de sensibilidade, suficientes homens de coragem para se levantarem e denunciarem a injustiça quando há injustiça; os nossos povos não têm de esperar por jornalistas estrangeiros, que não sentem nem sofrem as dores dos nossos povos, para virem protestar contra o crime e a injustiça. ”

“É fabuloso o caminho que se abre para a formação da sensibilidade e a apreciação das artes entre os mais jovens e para o ambicioso propósito de criar uma cultura geral integral em massa em nosso povo”.

“Quem conheça a realidade do mundo, sabe que o que nosso povo está fazendo hoje é uma proeza. Essa proeza a devemos ao socialismo, essa proeza a devemos à unidade do nosso povo, essa proeza a devemos ao espírito revolucionário do nosso povo”.

“É preciso que jovens internacionalistas e revolucionários, capazes de sentir e agir, recolham para a história as páginas que foi capaz de protagonizar o povo cubano.”

“A história do comércio internacional tem demostrado que o desenvolvimento é o fator mais dinâmico do comércio mundial. A maior parte do comércio dos nossos dias se realiza entre países plenamente industrializados. Podemos assegurar que enquanto mais se estenda a industrialização e o progresso no mundo, mais se estenderá também o intercâmbio comercial, beneficente para todos.”

“A história nos tem ensinado que o acesso à independência para um povo que se libera do sistema colonial ou neocolonial é, ao mesmo tempo, o último ato de uma longa luta e o primeiro de uma nova e difícil batalha. Porque a independência, a soberania e a liberdade dos nossos povos, aparentemente livres, continuam sendo ameaçadas pelo controle externo de seus recursos naturais, pela imposição financeira de organismos internacionais oficiais e pela precária situação de suas economias que lhes merma a plenitude soberana.”

“Quando se analisa a estrutura do mundo contemporâneo se comprova que esses direitos dos nossos povos não estejam ainda garantidos. Os Países Não Alinhados sabemos bem quais são nossos inimigos históricos, donde vêm as ameaças e como devemos combate-las. ”