“Os revolucionários, por natureza, somos otimistas. Contudo, não acreditamos, na espontaneidade: acreditamos na paz, na distensão, na coexistência
civilizada entre os Estados, devemos conquistá-las com nossa luta e com nossa força”.

"Os Estados Unidos só conta na Venezuela com fragmentos de Partidos ligados pelo medo da Revolução e por grosseiros apetites materiais. Na Venezuela não poderão usar o golpe de Estado como fizeram com Allende no Chile e em outros países de Nossa América. As Forças Armadas desse irmão país, educadas no espírito e no exemplo do Libertador, que no seu seio abrigou os chefes que iniciaram o processo, são promotoras e parte da Revolução".

 

“Não somos um povo que se detenha a saborear o prazer das vitórias nem a vangloriar-se de seus êxitos. Com a experiência adquirida e as formidáveis forças acumuladas, não nos deteremos até que todos e cada um dos justos objetivos que juramos em Baraguá tenham sido alcançados.”