"Como vão condenar a Revolução Cubana, o acontecimento mais justo e o acontecimento histórico inevitável destes tempos?, Aliás, o acontecimento que representa a justiça dos povos, a reivindicação dos povos, a esperança dos povos. Não aceitamos, não só sanções!, não aceitamos, nem nos adscrevemos a absolutamente nada que entranhar um átomo de condenação à Revolução Cubana!"

"Dentro de alguns anos, começarão a aparecer dezenas de milhares de técnicos, e algum dia contar-se-ão com centenas de milhares de técnicos universitários e de todos os níveis, e isso augura um futuro muito bom, um futuro incalculável para nosso país, porque nós estamos muito conscientes de que o triunfo da Revolução significou o direito ao futuro, significou, fundamentalmente, mais do que esse direito e essa oportunidade que os povos tanto anseiam".

"Eles são os que devem ter motivo para estar intimidados, porque a roda esmagadora da história marcha sobre eles, e nós marchamos encima do carro da história! Como um desses tanques que avançava por aí, como um desses tanques é a história! E sobre o carro da história marcha a Revolução Cubana, e sob o carro da história ficará esmagado o imperialismo, o colonialismo, e a reação em todo o mundo".

"A Revolução entra na etapa do socialismo, quando já tinha condições de dar novos passos; a Revolução Cubana não se deteve, não tínhamos por quê deter-nos, nem queríamos. Não nos íamos conformar com uma revolução a médias. Os dirigentes revolucionários não íamos deter a história, nós não somos travões da história, mas, em qualquer caso, somos motores da história".

"O processo revolucionário de Cuba começou com as etapas de libertação nacional, começou desenvolvendo uma série de medidas correspondentes a aquela etapa; a Revolução continuou para novas etapas, depois de ter cumprido as primeiras. A Revolução entra na etapa da construção do socialismo, depois de cumprir as tarefas de libertação nacional".

"Temos fé nos povos, sabemos que só os próprios povos podem fazer as revoluções. Qual povo teria podido vir cá fazer a Revolução por nós? Sabemos que a Revolução é obra do povo, e nós temos uma fé ilimitada nos povos".

"Desde o triunfo da Revolução, nosso país nunca pôs obstáculos à emigração legal dos cidadãos cubanos, aos Estados Unidos ou a qualquer outro país. Quando a Revolução triunfa, muitas pessoas em Cuba, como no restante do Caribe e da América Latina, que sofriam a pobreza e o subdesenvolvimento, aspiravam a emigrar, em busca de empregos melhor remunerados e de melhores condições de vida material, que em seus próprios países, submetidos a séculos de exploração e saqueio, nunca poderiam encontrar. Até 1959, os vistos que se concediam eram extremamente restritos.

"Néscios! Não compreendem que Cuba é inexpugnável, que a sua Revolução é indestructivel, que o seu povo não se renderá nem se submeterá jamais? Não percebem que as raízes do nosso patriotismo e do nosso internacionalismo estão tão enraizadas nas nossas mentes e nos nossos corações (...)".

"A Revolução Cubana não só confia na integridade moral e na cultura patriótica e revolucionária de seu povo e no instinto de conservação do gênero humano, ameaçado em sua própria sobrevivência; acredita e confia também no idealismo tradicional do povo norte-americano, ao qual só podem conduzir a guerras injustas e agressões bochornosas na base de grosseiros enganos".

"Quando os invasores desembarcaram nesse lugar, existam três estradas que atravessavam o pântano, centros construídos e em construção para o turismo, e até um aeroporto próximo de Praia Girón, último reduto das forças inimigas, a qual foi tomada por assalto por nossos combatentes no entardecer do dia 19 de abril de 1961. Nalgumas outras ocasiões fiz referência aquela historia. Estivemos muito perto de recuperá-lo em menos de 30 horas. Manobras de engano da Marinha dos Estados Unidos fizeram com que demorasse nosso fulminante ataque com tanques na madrugada do dia 18.