“Transcorreram 45 anos do ataque ao Moncada. Há mais de um século nossa pátria luta por sua independência e por seus direitos. Trinta anos lutaram — de 1868 até 1898 — Maceo, Gómez e outros muitos combatentes; sofreram a humilhação de não poder desfraldar sua bandeira nesta heróica cidade, de não poder penetrar nela depois de 30 anos de abnegada, admirável e sacrificada luta, mas chegou o dia em que suas bandeiras foram desfraldadas, e que triunfaram suas idéias, idéias que jamais foram estáticas e que jamais detiveram sua marcha ascendente.
"Nossa mensagem chegará a todos os cantos da Terra, e nossa luta será um exemplo. O mundo, cada vez mais e mais ingovernável, lutará até que o hegemonismo e o avassalamento dos povos sejam totalmente insustentáveis".
"Não apenas saberemos resistir a qualquer agressão, senão também saberemos vencer qualquer agressão e mais uma vez não teríamos outra disjuntiva que aquela com a qual começamos a luta revolucionaria: a liberdade ou a morte".
Não apenas colocaremos flores sobre o túmulo de Carmen Nordelo. ¡Prosseguiremos a luta sem descanso pela liberdade de Gerardo, António, Fernando, Ramón e René, desmascarando a infinita hipocrisia e o cinismo do império, defendendo a verdade!
Hoje, a luta é o único caminho dos povos para alcançar uma comunidade na qual vive com justiça social e decoro, a antítese do capitalismo e os princípios que regem o odioso e injusto sistema. Na dura batalha por esses objetivos, o pior inimigo é o instinto egoísta do ser humano.
"Graças por vir a nos reforçar nesta difícil luta que estamos travando hoje para salvar as idéias pelas quais tanto lutas-te, para salvar a Revolução, a Pátria e as conquistas do socialismo, que é parte realizada dos grandes sonhos que tiveste!"
“[…] quão grande é nosso povo, quão invencível é uma idéia justa, quão importante é acreditar no homem, quão belo é lutar por grandes ideais, quanta luz e felicidade pode emanar de uma pequena criança inocente para obsequiar ao povo que esteve disposto a morrer por um de seus mais tenros filhos!”
“Recordamos aquilo que disse Karl Marx: que a burguesia surgiu ao mundo jorrando sangue pelos quatro costados, jorrando sangue por todos os poros. Sangue de operários, sangue de camponeses, sangue de jovens, sangue de revolucionários.”
"Por isso podemos dizer que os vietnamitas não apenas lutaram por eles: lutaram por todos os povos do mundo, lutaram pela causa da libertação da humanidade, lutaram pela causa do socialismo e do comunismo! Os homens que ali morreram, também morreram por nós. E a humanidade agradecerá eternamente esses serviços a Vietnã!"
“Vietnã é um nome muito querido e muito próximo do coração de todos os cubanos. O Vietnã tem sido para nós exemplo e inspiração na nossa luta. O povo cubano está sumamente consciente do extraordinário papel desempenhado pelo povo do Vietnã no seio do movimento revolucionário mundial e na luta de libertação dos povos. O Vietnã oferece uma lição inesquecível a todos os povos explorados e oprimidos. Nenhum movimento de libertação, nenhum daqueles povos que lutaram por sua independência, teve que levar a cabo uma luta tão longa e tão heróica como o povo do Vietnã.”