“Do ponto de vista político, vivemos em uma época na qual há e haverá armas cada vez mais poderosas que qualquer outra nascida da tecnologia: a moral, a razão e as idéias. Sem elas, nenhuma nação é poderosa; com elas, nenhum país é débil.”

[...] cada força, cada arma, cada estratégia e cada tática tem sua antítese surgida da inteligência e da consciência inesgotáveis dos que lutam por uma causa justa.”

"Diante das armas sofisticadas e destrutivas com que querem nos amedrontar e submeter a uma ordem econômica e social mundial injusta, irracional e insustentável: semear idéias!, semear idéias! e semear idéias!; semear consciência!, semear consciência! e semear consciência!"

“Hoje o mundo conta com dezenas de milhares de bombas nucleares cinquenta vezes mais poderosas, com portadores várias vezes más velozes que o som e de uma precisão absoluta, com as quais nossa sofisticada espécie pode autodestruir-se. Nos fins da Segunda Guerra Mundial, que travaram os povos contra o fascismo, surgiu um novo poder que se apoderou do mundo e impôs a atual ordem absolutista e cruel.”
"Dos laboratórios pode sair um medicamento que salve vidas, algo socialmente muito valioso se esse produto pudesse estar à disposição de todos. Mas, dos laboratórios também estão nascendo todo tipo de armamentos que podem acabar com a vida humana."

“O planeta terra globalizado muda e transforma conceitos. Só permanece inalterável uma realidade: a rede de bases militares, aéreas, navais, terrestres e espaciais do império, cada vez mais poderoso e ao mesmo tempo mais fraco. […]

[…] Essa é a democracia que W predica na APEC. Tudo de marca e patente norte-americana”

"Quando triunfa a Revolução em Cuba em Primeiro de Janeiro de 1959, quase 15 anos depois do estalido das primeiras armas nucleares, e proclama uma Lei de Reforma Agrária baseada no princípio de soberania nacional, consagrado pelo sangue dos milhões de combatentes que morreram naquela guerra, a resposta dos Estados Unidos foi um programa de factos ilegais e atentados terroristas contra o povo cubano, subscritos pelo próprio presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower".

"O imperialismo acaba de cometer um monstruoso crime no Equador. Bombas mortíferas foram lançadas durante a madrugada contra um grupo de homens e mulheres que, quase sem exceção, dormiam. (...)
 
Ninguém tem direito de matar a sangue frio. Se aceitarmos esse método imperial de guerra e barbárie, bombas ianques dirigidas por satélites podem cair sobre qualquer grupo de homens e mulheres latino-americanos, no território de qualquer país, se houver ou não guerra. O fato que aconteceu em terra provadamente equatoriana é um agravante".

“Utilizaremos a computação não para fabricar armas de destruição massiva e exterminar vidas, mas para transmitir conhecimentos a outros povos. Do ponto de vista econômico, o desenvolvimento das inteligências e das consciências dos nossos compatriotas, graças à Revolução, não só nos permitem cooperar com os povos que mais o necessitam, sem custo algum, mas também exportar serviços especializados, incluídos os de saúde, a países com mais recursos do que nossa pátria. Nesse terreno os Estados Unidos não poderiam concorrer jamais com Cuba.”

“A presença de tão poderoso império que em todos os continentes e oceanos dispõe de bases militares, porta-aviões e submarinos nucleares, navios de guerra modernos e aviões de combate sofisticados, portadores de todo o tipo de armas, centos de milhares de soldados, cujo governo reclama para eles impunidade absoluta, constitui a dor de cabeça mais importante de qualquer governo, seja de esquerda, centro ou direita aliado ou não dos Estados Unidos da América”.

“As centenas de bases militares instaladas em dezenas de países de todos os continentes, seus porta-aviões e suas frotas navais, seus milhares de armas nucleares, suas guerras de conquista, seu complexo militar industrial e seu comércio de armas, são incompatíveis com a sobrevivência de nossa espécie. As sociedades de consumo são igualmente incompatíveis com a idéia do crescimento econômico e um planeta limpo”.

“Além das armas nucleares, estão as armas cibernéticas. Outro fruto da tecnologia que, transferida à esfera militar, ameaça em se converter em mais outro grave problema para o mundo.”