“Se os revolucionários cubanos noutra época tivessem perdido o ânimo devido às dificuldades, não existiria um país independente chamado Cuba”.
Citações
"(...) vejo uma nova hora na Venezuela, pilar inalterável e inseparável da história e do destino da nossa América. Temos o direito de confiar na experiência ou no nosso ponto de vista, não porque sejamos infalíveis, nem muito menos, ou porque não tenhamos errado, senão porque tivemos a oportunidade de estudar no longo curso de uma academia de 40 anos de Revolução".
"Bom, que sobrevivam todos os idiomas! Nos últimos anos já desapareceram 2 mil, de 6 mil ou 7 mil que existiam, e nos próximos 20 anos calcula-se que se perderão mais 2 mil; e quando um dialecto se perde, a riqueza espiritual humana perde, a história perde, a nossa história de seres humanos, a nossa história de como nos convertemos de animais em homens, ainda quando penso que muitos animais que não conheceram a escravidão nem o capitalismo, nem a exploração do animal pelo animal, se comportam muitas vezes melhor que os homens".
“Dir-lhes-ei em primeiro lugar, que nem na segunda metade deste século, nem na primeira, nem nalguma outra época da história, um país, e neste caso um país do Terceiro Mundo, e ainda por cima bloqueado economicamente pela potência mais poderosa e mais rica da Terra, flagelado, agredido de mil maneiras diferentes, fez pelo desporto, nem atingiu os avanços que num brevíssimo espaço de tempo, fez e alcançou Cuba”.
"Por estas e por outras razões o mundo está adquirindo consciência destes problemas, e isso é visível. Há força suficiente para resistir, força suficiente para avançar, mais ainda ajudados pelas leis da história e da realidade de um sistema e de uma ordem econômica mundial que é insustentável, que se despenca, e é capaz, inclusive, de desmontar-se só, ainda que tenha ajudar a sua derrubada, e mais que ajudar a sua derrubada, há que formar a consciência no mundo dessas realidades, para que os povos resistam mais firmemente a essa ordem e contribuam a seu desaparecimento progressivo. Ainda que se tenha a segurança de não ser muito progressiva esse desaparecimento, porque quando se produza uma catastrófica crise econômica, como a que já esteve a ponto de acontecer, e seja ainda maior, porque quanto mais se dilate, mais forte será essa crise, é preciso levantar o espírito de luta dos povos, sua vontade resistir; é preciso fazê-los tomar consciência de que têm que se ir preparando para novos conceitos, uma nova concepção do mundo, uma nova ordem econômica mundial verdadeiramente justa, que é o que deve resultar da luta dos povos".