“Máximo Gómez. Filho humilde deste povo soube converter-se em filho insigne e entranhável do povo cubano pelo direito ganho em sua luta em favor da independência de Cuba, oferecendo seu braço e seu facão, seu gênio militar e sua coragem, um notável talento político e um profundo pensamento revolucionário.”

"A fortuna quis que a Venezuela fosse o país que mais lutou pela independência deste hemisfério. Começou por aqui, e contaram com um legendário precursor como Miranda, que chegou a dirigir até um exército francês em campanha, travando batalhas famosas que em determinado momento lhe evitaram à Revolução Francesa uma invasão do seu território".

“Atrás ficou esmagada para sempre a idéia peregrina de que os sofrimentos suportados, o sangue e as lágrimas derramadas durante quase cem anos de luta pela independência e a justiça contra o colonialismo espanhol e seu modelo escravista de exploração, e mais tarde contra a dominação imperialista e os governos corruptos e sangüinários impostos a Cuba pelos Estados Unidos, eram para reconstruir uma sociedade neocolonialista, capitalista e burguesa.Fizémo-lo no momento histórico exato e preciso, nem um minuto antes, nem um minuto depois, e fomos o suficientemente audaciosos para intentá-lo”.

Comício de comemoração do 40º aniversário da proclamação do caráter socialista da Revolução

"Ainda que depois da oportunista intervenção do nascente império norte-americano, Cuba foi cedida pelo poder colonial aos Estados Unidos da América, e o nascente império nos impusesse uma emenda constitucional que lhe outorgava o direito de intervir, hoje é um povo livre que defende com honra sua independência".

“Pónha-se fim quanto antes ao genocídio do povo palestino que acontece perante os olhos atônitos do mundo. Protéja-se o elementar direito à vida dos seus cidadãos, dos seus jóvens e das suas crianças. Respéite-se o seu direito à independência e à paz. Aplíque-se o mesmo princípio a situações semelhantes em qualquer parte do mundo e nada haverá que temer dos documentos das Nações Unidas”.

“Nossa independência, nossos princípios e nossas conquistas sociais, nós os defenderemos com honra até a última gota de sangue, se formos agredidos!”

“(…) salvar a paz com dignidade, com independência e sem guerra é pedra angular da luta que, unidos, devemos enfrentar, por um mundo verdadeiramente justo, de povos livres”.

“Somos um povo patriótico e digno, que jamais aceitará imposições nem ameaças de ninguém; mas amigo sincero do povo dos Estados Unidos, e especialmente de todos os bons norte-americanos, que são muitos, e cada vez descobrimos mais.”

General Antonio Maceo, os cubanos de hoje, educados em seu imortal exemplo, teriam compartilhado a honra de estar junto a você no dia glorioso em que respondeu ao representante do poder colonial espanhol: Não queremos paz sem independência.

“A interpretação do Hino em 20 de outubro coincide com o fato de armas com que a Revolução consegue a primeira e mais importante vitória sobre as tropas coloniais espanholas. A capitulação de Bayamo e a entrada vitoriosa de Céspedes, supõem a culminação do ato de rebeldia iniciado em 10 de outubro na usina açucareira "La Demajagua", que deu uma virada na história do país e fez nascer, sobre as ruínas dos primeiros redutos coloniais, a nação cubana”.

“Hoje a crise que está atravessar o mundo não é nem pode ser dum só pais, dum sub-continente ou dum continente; é também global. Por isso, tal sistema imperial e a ordem econômica que tem imposto ao mundo são insustentáveis. Os povos decididos a lutar, não só pela sua independência, mas também pela sobrevivência, não podem ser jamais vencidos, incluso se se tratasse dum só povo”.

“O império não conseguiu os seus objetivos de desmembrar Angola e escamotar sua independência. O impediu a heróica e longa luta dos povos de Angola e Cuba”.