• Lidera a manifestação popular na Praça de Armas, em frente da Embaixada dos Estados Unidos, em protesto pelo agravo de marines ianques contra o monumento de José Martí no Parque Central de Havana.

  • Renova a matrícula na Universidade de Havana como aspirante ao Título de Direito.

  • Publica o artigo “Respondendo a Masferrer” no qual enfrenta as manipulações do congressista e chefe gangster Rolando Masferrer e declara que “nem Masferrer, nem o Colorado, nem os assassinos de todas as cores que fazem parte de toda essa fauna de pistoleiros, poderão prevalecer sobre os que defendem ideais saudáveis e desinteressados”.
  • Nasce seu filho Fidel Ángel Castro Díaz-Balart.
  • Assiste à Assembleia Nacional do Partido Ortodoxo.

  • A Universidade de Havana expede o Diploma que acredita como Doutor em Direito a Fidel Alejandro Castro Ruz.

  • Registra-se no Colégio de Advogados de Havana. A partir desse momento dedica-se a defender as pessoas pobres sem recursos.

  • Participa nos protestos estudantis em Cienfuegos contra a gestão do Ministro da Educação, Aureliano Sánchez, e o governo corrupto e bajulador de Carlos Prío. É detido e transferido para o Vivaque de Santa Clara.

  • É julgado juntamente com o dirigente estudantil Enrique Benavides no Tribunal de Urgência de Las Villas por sua participação no protesto dos estudantes em Cienfuegos nos finais de novembro. Assume sua própria defesa, na qual faz uma apaixonante denúncia da corrupção do regime de Prío, a falta de garantias constitucionais, o assalto às sedes dos sindicatos pelos pandilheiros e outros vícios do país. São absoltos de cargos.

  • Conclui seus estudos universitários. Obtém o Doutorado em Direito e título de advogado.

 

  • Defende perante o Tribunal Docente seu exercício final de grau com o tema "A letra de Câmbio no Direito Privado e a Legislação Laboral" obtendo a qualificação de excelente. Gradua-se como Doutor em Direito, Licenciado em Direito Diplomático e Licenciado em Direito Administrativo.

  • Ángel Castro recupera a propriedade de sua fazenda que estava em mãos do mandatário Fidel Pino Santos desde julho de 1933. Fidel ocupa-se dos trâmites e pagamentos. A transferência fica registrada pelo notário público e advogado santiaguero Mario Norma Hechavarría.