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Abre suas portas memorial dedicado à destacada revolucionária cubana
Um memorial em honra à obra e ao exemplo da destacada revolucionária cubana Vilma Espín abrirá hoje suas portas nesta oriental cidade onde nasceu há exatamente 80 anos.
Fonte
Prensa Latina
Data
Um memorial em honra à obra e ao exemplo da destacada revolucionária cubana Vilma Espín abrirá hoje suas portas nesta oriental cidade onde nasceu há exatamente 80 anos.
Situado na casa que habitou parte de sua infância e juventude, o centro será como um museu vivo, com seis salas de exposição sobre a fecunda trajetória da heroína, apontou a meios de comunicação locais sua diretora, Margiola Sánchez.
Ditos espaços, explicou, recolherão os anos iniciais de vida e estudos, a entrada à Universidade do Oriente, onde se graduou engenheira em Química Industrial, e a incorporação à luta clandestina contra a ditadura de Fulgencio Batista (1952-1958).
Abordarão a integração de Vilma Espín à II Frente Oriental do Exército Rebelde, seu casamento com o chefe dessa força e hoje presidente cubano, Raúl Castro, e a formação da família depois dessa união.
Também destacarão as qualidades como mãe, esposa e presidenta da Federação de Mulheres Cubanas, exibirão as condecorações recebidas, e mostrarão o sentimento popular pela morte e a vigência de seu pensamento no VIII Congresso da organização no ano passado.
O Memorial disporá além de outras áreas, entre elas salas de computação com informação digitalizada, e para o desenvolvimento de eventos e a exposição de mostras de artistas plásticos.
A secretária geral de dita federação, Yolanda Ferrer, anunciou recentemente que junto à abertura desta instalação está prevista uma festa com artistas locais e a colocação de flores no mausoléu da II Frente onde repousam as cinzas de Vilma Espín.
Dois dias atrás, dirigentes, familiares, amigos e colegas de trabalho renderam homenagem à excelsa mulher no Memorial José Martí, dedicado ao Herói Nacional cubano, da capitalina Praça da Revolução.
Durante a singela cerimônia, o reconhecido pianista José María Vitier interpretou várias obras, o coro Solfa, composto por crianças de diferentes idades do ensino primário, cantou "El mambí" e projetou-se o documentário Vilma.
Situado na casa que habitou parte de sua infância e juventude, o centro será como um museu vivo, com seis salas de exposição sobre a fecunda trajetória da heroína, apontou a meios de comunicação locais sua diretora, Margiola Sánchez.
Ditos espaços, explicou, recolherão os anos iniciais de vida e estudos, a entrada à Universidade do Oriente, onde se graduou engenheira em Química Industrial, e a incorporação à luta clandestina contra a ditadura de Fulgencio Batista (1952-1958).
Abordarão a integração de Vilma Espín à II Frente Oriental do Exército Rebelde, seu casamento com o chefe dessa força e hoje presidente cubano, Raúl Castro, e a formação da família depois dessa união.
Também destacarão as qualidades como mãe, esposa e presidenta da Federação de Mulheres Cubanas, exibirão as condecorações recebidas, e mostrarão o sentimento popular pela morte e a vigência de seu pensamento no VIII Congresso da organização no ano passado.
O Memorial disporá além de outras áreas, entre elas salas de computação com informação digitalizada, e para o desenvolvimento de eventos e a exposição de mostras de artistas plásticos.
A secretária geral de dita federação, Yolanda Ferrer, anunciou recentemente que junto à abertura desta instalação está prevista uma festa com artistas locais e a colocação de flores no mausoléu da II Frente onde repousam as cinzas de Vilma Espín.
Dois dias atrás, dirigentes, familiares, amigos e colegas de trabalho renderam homenagem à excelsa mulher no Memorial José Martí, dedicado ao Herói Nacional cubano, da capitalina Praça da Revolução.
Durante a singela cerimônia, o reconhecido pianista José María Vitier interpretou várias obras, o coro Solfa, composto por crianças de diferentes idades do ensino primário, cantou "El mambí" e projetou-se o documentário Vilma.
