Notícias
Apresentam livro sobre militar que salvou a Fidel Castro
O livro Las ideas no se matan (As ideias não se matam), sobre Pedro Sarría Tartabull, o militar que salvou a Fidel Castro depois do assalto ao quartel Moncada, foi apresentado aqui no Parque-Museu Abel Santamaría.
Fonte
Prensa Latina
Data
O livro Las ideas no se matan (As ideias não se matam), sobre Pedro Sarría Tartabull, o militar que salvou a Fidel Castro depois do assalto ao quartel Moncada, foi apresentado aqui no Parque-Museu Abel Santamaría.
A Historiadora da Cidade e Prêmio Nacional de Ciências Sociais, doutora Olga Portuondo, qualificou ao texto como jóia historio-gráfica e afirmou que o tenente esteve no momento e o lugar precisos para conduzir ao líder dessa gesta até o cárcere municipal e evitar assim seu aniquilação.
Recordou que Sarría era um homem educado, conhecedor da história de seu país e em plena maturidade de sua consciência política, o qual está por trás daquela frase que nomeia ao volume, dita por ele ao conminar aos soldados baixo seu comando a não disparar aos jovens prisioneiros.
O autor, Enrique Pardo Galindo, quem viveu junto ao militar por estar casado com sua filha Ninfa, evocou que a inspiração para escrever estas páginas brotou desde que o conheceu e apreciou sua modéstia, apesar do gesto de enorme valentia que teve ao proteger Fidel ainda em frente a um superior jerárquico.
O livro, publicado pela Editorial Oriente, considera-se o saldo de uma dúvida com o oficial do exército da tiranía de Fulgencio Batista, a cuja honra será também develado um busto junto ao Museu Histórico 26 de julho, localizado na fortaleza atacada pelos jovens revolucionários nessa data de 1953.
Hoje serão dadas a conhecer outras publicações relacionadas com o acontecimento nesse recinto que faz parte da área monumental, onde na próxima sexta-feira os cubanos comemorarão as seis décadas do fato que marcou o início da última etapa das contendas libertarias na nação.
A Historiadora da Cidade e Prêmio Nacional de Ciências Sociais, doutora Olga Portuondo, qualificou ao texto como jóia historio-gráfica e afirmou que o tenente esteve no momento e o lugar precisos para conduzir ao líder dessa gesta até o cárcere municipal e evitar assim seu aniquilação.
Recordou que Sarría era um homem educado, conhecedor da história de seu país e em plena maturidade de sua consciência política, o qual está por trás daquela frase que nomeia ao volume, dita por ele ao conminar aos soldados baixo seu comando a não disparar aos jovens prisioneiros.
O autor, Enrique Pardo Galindo, quem viveu junto ao militar por estar casado com sua filha Ninfa, evocou que a inspiração para escrever estas páginas brotou desde que o conheceu e apreciou sua modéstia, apesar do gesto de enorme valentia que teve ao proteger Fidel ainda em frente a um superior jerárquico.
O livro, publicado pela Editorial Oriente, considera-se o saldo de uma dúvida com o oficial do exército da tiranía de Fulgencio Batista, a cuja honra será também develado um busto junto ao Museu Histórico 26 de julho, localizado na fortaleza atacada pelos jovens revolucionários nessa data de 1953.
Hoje serão dadas a conhecer outras publicações relacionadas com o acontecimento nesse recinto que faz parte da área monumental, onde na próxima sexta-feira os cubanos comemorarão as seis décadas do fato que marcou o início da última etapa das contendas libertarias na nação.
