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Comemoram no México aniversário de Fidel Castro
Amigos de Cuba no México, assim como cubanos que residem aqui assistiram à comemoração do aniversário 86 do líder da Revolução cubana, Fidel Castro.
Fonte
Prensa Latina
Data
Amigos de Cuba no México, assim como cubanos que residem aqui assistiram à comemoração do aniversário 86 do líder da Revolução cubana, Fidel Castro.
As portas da sede diplomática de Cuba nesta capital se abriram para permitir a entrada de todos os que quiseram este 13 de agosto festejar um ano mais de vida de um dos homens cujo pensamento e ação transcendem época e fronteiras.
Para os cubanos, que constituímos uma nação pequena por sua dimensão territorial, demográfica e econômica, tem sido um enorme privilégio histórico contar com homens de grandeza universal como José Martí e Fidel Castro, expressou o embaixador caribenho Manuel Aguilera.
"Fidel sempre se considerou um discípulo de José Martí; mas a meu julgamento, tem o duplo mérito de ser um dos melhores a levar à prática as ideias de nosso Herói Nacional", sublinhou.
Aguilera mencionou que, por coincidência, este 13 de agosto também foi o aniversário 56 de René González, um dos cinco antiterroristas cubanos presos e condenados injustamente a longas e injustificadas penas nos Estados Unidos.
"René já cumpriu até o último minuto de sua sentença na prisão, mas segue injustamente retido nos Estados Unidos, submetido ao que chamam liberdade supervisionada e recentemente a promotoria desse país recusou sua solicitação de voltar a Cuba", recordou.
"Os outros quatro: Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e Fernando González, cumprirão 14 anos presos no próximo 12 de setembro", explicou.
Destacou que este cinco homens, "nascidos pouco antes ou pouco depois do triunfo da Revolução (em 1 de janeiro de 1959), são um exemplo da nova geração de cubanos formada sob a liderança de Fidel".
O diplomata foi precedido pelas palavras sábias, sentidas e queridas do intelectual Pablo González e as de Vivian López, presidenta da Associação de Cubanos Residentes no México.
Mencionaram o grande amor e admiração do líder cubano por esta terra e seu povo, além das profundas impressões que a Revolução Mexicana de 1910 deixou em sua formação política.
Entre os amigos - porque acima de tudo eram isso: amigos - estavam também a senadora Yeidckol Polevnsky e Antonio del Conde, O Cuate, mexicano imprescindível para Fidel Castro e os 82 expedicionários do iate Granma em 1956.
E como foi noite de festa, ao final, nos presentearam com sua arte a cantora Dayani Lozano e Eduardo "Tiburón" Morales com a orquestra Son 14.
As portas da sede diplomática de Cuba nesta capital se abriram para permitir a entrada de todos os que quiseram este 13 de agosto festejar um ano mais de vida de um dos homens cujo pensamento e ação transcendem época e fronteiras.
Para os cubanos, que constituímos uma nação pequena por sua dimensão territorial, demográfica e econômica, tem sido um enorme privilégio histórico contar com homens de grandeza universal como José Martí e Fidel Castro, expressou o embaixador caribenho Manuel Aguilera.
"Fidel sempre se considerou um discípulo de José Martí; mas a meu julgamento, tem o duplo mérito de ser um dos melhores a levar à prática as ideias de nosso Herói Nacional", sublinhou.
Aguilera mencionou que, por coincidência, este 13 de agosto também foi o aniversário 56 de René González, um dos cinco antiterroristas cubanos presos e condenados injustamente a longas e injustificadas penas nos Estados Unidos.
"René já cumpriu até o último minuto de sua sentença na prisão, mas segue injustamente retido nos Estados Unidos, submetido ao que chamam liberdade supervisionada e recentemente a promotoria desse país recusou sua solicitação de voltar a Cuba", recordou.
"Os outros quatro: Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e Fernando González, cumprirão 14 anos presos no próximo 12 de setembro", explicou.
Destacou que este cinco homens, "nascidos pouco antes ou pouco depois do triunfo da Revolução (em 1 de janeiro de 1959), são um exemplo da nova geração de cubanos formada sob a liderança de Fidel".
O diplomata foi precedido pelas palavras sábias, sentidas e queridas do intelectual Pablo González e as de Vivian López, presidenta da Associação de Cubanos Residentes no México.
Mencionaram o grande amor e admiração do líder cubano por esta terra e seu povo, além das profundas impressões que a Revolução Mexicana de 1910 deixou em sua formação política.
Entre os amigos - porque acima de tudo eram isso: amigos - estavam também a senadora Yeidckol Polevnsky e Antonio del Conde, O Cuate, mexicano imprescindível para Fidel Castro e os 82 expedicionários do iate Granma em 1956.
E como foi noite de festa, ao final, nos presentearam com sua arte a cantora Dayani Lozano e Eduardo "Tiburón" Morales com a orquestra Son 14.
