Notícias
Cúpula XII deixa fortalecida a ALBA, assegura vice-presidente cubano
A Aliança Bolivariana para os povos de Nossa América (ALBA) fica hoje fortalecida em seus princípios de integração e complementariedade, assegurou o vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, José Ramón Machado Ventura.
Fonte
Prensa Latina
Data
A Aliança Bolivariana para os povos de Nossa América (ALBA) fica hoje fortalecida em seus princípios de integração e complementariedade, assegurou o vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, José Ramón Machado Ventura.
"O intercâmbio presidencial da XII Cúpula teve um saldo qualitativo destacável," assinalou Machado Ventura em exclusiva com Prensa Latina.
Agregou que a entrada de Santa Luzia como um novo integrante demonstra a fortaleza, autoridade e prestígio da ALBA, pois aumenta a incidencia dos programas que, através deste organismo, se implementam.
O objetivo da Aliança é integrar mais países do continente, fortalecer os laços econômicos desde o cooperativismo, sem permitir o domínio do capital e seguir com os programas que caráter social e educativo que já se adiantam, apontou o vice-presidente cubano.
Ressaltou as virtudes que gerará a criação de uma zona econômica que enlace à ALBA, a Petrocaribe, e o Mercado Comum do Sul (Mercosul), tema com o que se cumpre um dos objetivos desta XII Cúpula que perseguia estreitar as relações econômicas regionais.
Assim mesmo, ressaltou a consonancia entre os Movimentos Sociais e os presidentes da ALBA, pois nas declarações de ambas cúpulas, que sesionaram ao unísono, as propostas e acordos têm pontos de encontro.
Durante dois dias, em Guayaquil, 200 representantes de organizações sociais da ALBA debateram e trocaram sobre temas relacionados com a soberania dos países, a revolução agrária, povos originários, os afro-descendentes, entre outros.
Machado Ventura pôs énfasis no pronunciamiento político fato pelos presidentes contra a espionagem internacional orquestado por Estados Unidos e a condenação, uma vez mais, à agressão feita recentemente por vários países da Europa contra o presidente boliviano Evo Morales, a quem proibiram-lhe o sobrevoo por seus espaços aéreos.
Ao fechamento do evento, os presidentes assinaram um documento final com o título de Declaração da ALBA desde o Pacífico, que é uma clara denúncia das tentativas do capitalismo de revitalizar, com novos mecanismos, a derrota desde o 2005 da Área de Livre Comércio para a América (ALCA).
Nesse ano na Cúpula das Américas de Mar da Prata, Argentina, os participantes deixaram sem respaldo a proposta do ALCA e os países do Mercosul terminaram vetando a iniciativa surgida a instâncias estadunidenses.
"O intercâmbio presidencial da XII Cúpula teve um saldo qualitativo destacável," assinalou Machado Ventura em exclusiva com Prensa Latina.
Agregou que a entrada de Santa Luzia como um novo integrante demonstra a fortaleza, autoridade e prestígio da ALBA, pois aumenta a incidencia dos programas que, através deste organismo, se implementam.
O objetivo da Aliança é integrar mais países do continente, fortalecer os laços econômicos desde o cooperativismo, sem permitir o domínio do capital e seguir com os programas que caráter social e educativo que já se adiantam, apontou o vice-presidente cubano.
Ressaltou as virtudes que gerará a criação de uma zona econômica que enlace à ALBA, a Petrocaribe, e o Mercado Comum do Sul (Mercosul), tema com o que se cumpre um dos objetivos desta XII Cúpula que perseguia estreitar as relações econômicas regionais.
Assim mesmo, ressaltou a consonancia entre os Movimentos Sociais e os presidentes da ALBA, pois nas declarações de ambas cúpulas, que sesionaram ao unísono, as propostas e acordos têm pontos de encontro.
Durante dois dias, em Guayaquil, 200 representantes de organizações sociais da ALBA debateram e trocaram sobre temas relacionados com a soberania dos países, a revolução agrária, povos originários, os afro-descendentes, entre outros.
Machado Ventura pôs énfasis no pronunciamiento político fato pelos presidentes contra a espionagem internacional orquestado por Estados Unidos e a condenação, uma vez mais, à agressão feita recentemente por vários países da Europa contra o presidente boliviano Evo Morales, a quem proibiram-lhe o sobrevoo por seus espaços aéreos.
Ao fechamento do evento, os presidentes assinaram um documento final com o título de Declaração da ALBA desde o Pacífico, que é uma clara denúncia das tentativas do capitalismo de revitalizar, com novos mecanismos, a derrota desde o 2005 da Área de Livre Comércio para a América (ALCA).
Nesse ano na Cúpula das Américas de Mar da Prata, Argentina, os participantes deixaram sem respaldo a proposta do ALCA e os países do Mercosul terminaram vetando a iniciativa surgida a instâncias estadunidenses.
