Notícias
Destacam na BolÃvia prÃxima cÃpula da ALBA em Cochabamba
Meios jornalísticos da Bolívia destacam hoje a celebração da VII Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), que terá como sede Cochabamba, em 25 de setembro próximo.
Fonte
PL
Data
Meios jornalísticos da Bolívia destacam hoje a celebração da VII Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), que terá como sede Cochabamba, em 25 de setembro próximo.
O anúncio foi feito ontem pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, depois de se reunir com o presidente Evo Morales, encontro que selou a participação do primeiro nos atos pelos 200 anos do Grito Libertário de La Paz de 1809.
Chávez disse à imprensa no Palacio Quemado que essa reunião da ALBA, na localidade do Chapare, será muito importante porque o mecanismo de integração está na ofensiva, principalmente pelo ocorrido em Honduras.
"Vai ser uma cúpula muito importante porque a ALBA está em ofensiva e sobretudo após o golpe de Honduras que está em pleno desenvolvimento, não nos resta nada não ser acirrar a ofensiva", afirmou.
A ALBA teve seu mais recente fórum em Manágua, Nicarágua, para condenar o golpe militar contra o presidente hondurenho, Manuel Zelaya, no passado 28 de junho.
Dias antes, na VI Cúpula desse mecanismo regional, na cidade venezuelana de Maracay, foram aprovadas várias resoluções entre elas uma que demanda ao governo dos Estados Unidos o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro a Cuba.
O fórum exigiu também a derrogação da lei Helms-Burton.
A reunião, que reforçou os mecanismos de integração solidária promovidos pela ALBA, respaldou a demanda de extradição feita pela Venezuela a Washington do terrorista internacional Luis Posada Carriles.
Igualmente apoiou a petição de extradição do ex-presidente boliviano Gonzalo Sánchez de Lozada, que fugiu para os Estados Unidos em 2003, depois de ter sido obrigado a renunciar acusado de genocídio.
A ação repressiva, que provocou a saída de Sánchez de Lozada de seu cargo, deixou um saldo de 68 mortos e mais de 400 feridos
Na reunião, Equador, San Vicente e as Granadinas e Antigua e Barbuda entraram para o agrupamento fundado em 2004 para fazer um novo modelo de colaboração regional.
Os três países somaram-se aos membros plenos do agrupamento: Bolívia, Cuba, Honduras, Dominica, Nicarágua e Venezuela.
Por outra parte acordou-se a criação de um Conselho Econômico e outro Social, e a proposta da Bolívia de criar uma secretaria permanente do agrupamento.
A cúpula pediu aos comitês do Sistema Único de Compensação Regional (SUCRE), embrião de uma moeda virtual, para assinar na próxima cúpula o tratado constitutivo desse mecanismo e impulsionar a criação de uma zona comercial.
O anúncio foi feito ontem pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, depois de se reunir com o presidente Evo Morales, encontro que selou a participação do primeiro nos atos pelos 200 anos do Grito Libertário de La Paz de 1809.
Chávez disse à imprensa no Palacio Quemado que essa reunião da ALBA, na localidade do Chapare, será muito importante porque o mecanismo de integração está na ofensiva, principalmente pelo ocorrido em Honduras.
"Vai ser uma cúpula muito importante porque a ALBA está em ofensiva e sobretudo após o golpe de Honduras que está em pleno desenvolvimento, não nos resta nada não ser acirrar a ofensiva", afirmou.
A ALBA teve seu mais recente fórum em Manágua, Nicarágua, para condenar o golpe militar contra o presidente hondurenho, Manuel Zelaya, no passado 28 de junho.
Dias antes, na VI Cúpula desse mecanismo regional, na cidade venezuelana de Maracay, foram aprovadas várias resoluções entre elas uma que demanda ao governo dos Estados Unidos o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro a Cuba.
O fórum exigiu também a derrogação da lei Helms-Burton.
A reunião, que reforçou os mecanismos de integração solidária promovidos pela ALBA, respaldou a demanda de extradição feita pela Venezuela a Washington do terrorista internacional Luis Posada Carriles.
Igualmente apoiou a petição de extradição do ex-presidente boliviano Gonzalo Sánchez de Lozada, que fugiu para os Estados Unidos em 2003, depois de ter sido obrigado a renunciar acusado de genocídio.
A ação repressiva, que provocou a saída de Sánchez de Lozada de seu cargo, deixou um saldo de 68 mortos e mais de 400 feridos
Na reunião, Equador, San Vicente e as Granadinas e Antigua e Barbuda entraram para o agrupamento fundado em 2004 para fazer um novo modelo de colaboração regional.
Os três países somaram-se aos membros plenos do agrupamento: Bolívia, Cuba, Honduras, Dominica, Nicarágua e Venezuela.
Por outra parte acordou-se a criação de um Conselho Econômico e outro Social, e a proposta da Bolívia de criar uma secretaria permanente do agrupamento.
A cúpula pediu aos comitês do Sistema Único de Compensação Regional (SUCRE), embrião de uma moeda virtual, para assinar na próxima cúpula o tratado constitutivo desse mecanismo e impulsionar a criação de uma zona comercial.
