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Encontro solidário a Cuba termina hoje no Peru
Com uma declaração final e outros acordos terminará hoje aqui o XIV Encontro Peruano de Solidariedade a Cuba, que desde a última sexta-feira se desenvolve nesta cidade dos Andes do sul do país.
Fonte
Prensa Latina
Data
Com uma declaração final e outros acordos terminará hoje aqui o XIV Encontro Peruano de Solidariedade a Cuba, que desde a última sexta-feira se desenvolve nesta cidade dos Andes do sul do país.
Os delegados procedentes de todas as regiões peruanas designarão ademais à diretora da Coordenadoria nacional de Solidariedade a Cuba, depois de uma jornada de intensos debates em uma plenária e diversas comissões de trabalho.
No dia precedente reuniram-se também os presidentes das macrorregiões norte, sul, centro, oriente (Amazônia) e Lima, que agrupam as casas de Amizade com Cuba e outras organizações solidárias de várias regiões.
Tal estrutura nos permitirá coordenar com rapidez e eficácia atividades e ações de rejeição às campanhas contra Cuba que orquestram os Estados Unidos e executam meios de imprensa que lhes servem, disse a Prensa Latina o presidente da Coordenadora, Francisco Vales.
O veterano dirigente fez ontem um balanço positivo da atividade do movimento solidário nos 12 meses precedentes e realçou as ações dos jovens que o integram, contra provocações e campanhas para desinformar sobre a ilha com o objetivo de desacreditá-la.
Mencionou as manifestações contra o bloqueio norte-americano contra Cuba e pela liberdade dos lutadores antiterroristas cubanos injustamente encarcerados nos Estados Unidos, dois temas chave no encontro.
Destacou igualmente a raizame da solidariedade peruano-cubana e recordou que o líder histórico cubano Fidel Castro encabeçou em 1970 a doação em massa de sangue para os atingidos pelo terremoto que assolou o Peru nesse ano. Cuba enviou ademais, disse, uma brigada médica que foi a primeira a chegar à zona afetada a assistir aos feridos, o que se reeditou faz seis anos, quando outra brigada chegou para mitigar a dor causada por outro terremoto, na região de Ica, ao sul.
Na plenária de ontem expôs igualmente como convidada Yeninaira Cárdenas, do Instituto Cubano de Amizade com os Povos, e fez um relatório sobre o movimento internacional de solidariedade com seu país.
Indicou que há 2.112 organizações de amizade e solidariedade a Cuba em 150 países e destacou nesse marco o movimento peruano integrado por casas de Amizade Peru-Cuba existentes em todo o país e outros agrupamentos.
Acrescentou que essas organizações se fixaram a meta de elevar a qualidade e a amplitude de suas atividades, referidas principalmente às demandas do fim do bloqueio de Estados Unidos contra Cuba e da liberdade dos lutadores antiterroristas cubanos injustamente condenados nesse país.
Também dissertou sobre o caso dos cinco antiterroristas cubanos presos faz 15 anos Elizabeth Palmeiro, esposa de Ramón Labañino, um dos prisioneiros.
A economista cubana Gladys Hernández fez por sua vez uma explicação sobre o processo de atualização do modelo econômico cubano e suas medidas de eficiência e melhora da produtividade, para o fortalecimento do sistema socialista e suas conquistas.
Os delegados procedentes de todas as regiões peruanas designarão ademais à diretora da Coordenadoria nacional de Solidariedade a Cuba, depois de uma jornada de intensos debates em uma plenária e diversas comissões de trabalho.
No dia precedente reuniram-se também os presidentes das macrorregiões norte, sul, centro, oriente (Amazônia) e Lima, que agrupam as casas de Amizade com Cuba e outras organizações solidárias de várias regiões.
Tal estrutura nos permitirá coordenar com rapidez e eficácia atividades e ações de rejeição às campanhas contra Cuba que orquestram os Estados Unidos e executam meios de imprensa que lhes servem, disse a Prensa Latina o presidente da Coordenadora, Francisco Vales.
O veterano dirigente fez ontem um balanço positivo da atividade do movimento solidário nos 12 meses precedentes e realçou as ações dos jovens que o integram, contra provocações e campanhas para desinformar sobre a ilha com o objetivo de desacreditá-la.
Mencionou as manifestações contra o bloqueio norte-americano contra Cuba e pela liberdade dos lutadores antiterroristas cubanos injustamente encarcerados nos Estados Unidos, dois temas chave no encontro.
Destacou igualmente a raizame da solidariedade peruano-cubana e recordou que o líder histórico cubano Fidel Castro encabeçou em 1970 a doação em massa de sangue para os atingidos pelo terremoto que assolou o Peru nesse ano. Cuba enviou ademais, disse, uma brigada médica que foi a primeira a chegar à zona afetada a assistir aos feridos, o que se reeditou faz seis anos, quando outra brigada chegou para mitigar a dor causada por outro terremoto, na região de Ica, ao sul.
Na plenária de ontem expôs igualmente como convidada Yeninaira Cárdenas, do Instituto Cubano de Amizade com os Povos, e fez um relatório sobre o movimento internacional de solidariedade com seu país.
Indicou que há 2.112 organizações de amizade e solidariedade a Cuba em 150 países e destacou nesse marco o movimento peruano integrado por casas de Amizade Peru-Cuba existentes em todo o país e outros agrupamentos.
Acrescentou que essas organizações se fixaram a meta de elevar a qualidade e a amplitude de suas atividades, referidas principalmente às demandas do fim do bloqueio de Estados Unidos contra Cuba e da liberdade dos lutadores antiterroristas cubanos injustamente condenados nesse país.
Também dissertou sobre o caso dos cinco antiterroristas cubanos presos faz 15 anos Elizabeth Palmeiro, esposa de Ramón Labañino, um dos prisioneiros.
A economista cubana Gladys Hernández fez por sua vez uma explicação sobre o processo de atualização do modelo econômico cubano e suas medidas de eficiência e melhora da produtividade, para o fortalecimento do sistema socialista e suas conquistas.
