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Fidel Castro alerta sobre perigo bélico e ameaças à humanidade
O líder da Revolução cubana, Fidel Castro, alertou hoje novamente sobre os perigos de um conflito nuclear no Irã ou na Coréia do Norte e das ameaças à existência da espécie humana.
Fonte
Prensa Latina
Data
O líder da Revolução cubana, Fidel Castro, alertou hoje novamente sobre os perigos de um conflito nuclear no Irã ou na Coréia do Norte e das ameaças à existência da espécie humana.
Durante um encontro com embaixadores, reunidos na sede da Chancelaria, Fidel Castro comentou que o Irã enfrenta agora pressões que são "uma cópia ao carvão do que lhe fizeram a Mohamed Mossadegh".
Sustentou que o premiê da nação persa foi derrocado por um golpe de estado que alentaram os Estados Unidos e outras potências ocidentais.
Ao referir-se aos similares dados biográficos de Mossadegh, especificou que esse fato foi em resposta à política de nacionalização dos recursos iranianos na década de 50 do século passado.
O líder cubano reiterou suas críticas às potências ocidentais pelo número de ogivas nucleares que têm sob seu comando seguindo os conceitos de estratégicas, não estratégicas e localizadas.
Nesse sentido referiu-se às cifras dos ditos meios dos Estados Unidos, Reino Unido, França, estes dois últimos países como aliados de Washington, e Rússia.
Reforçou que os norte-americanos oferecem um mundo sem armas nucleares, mas substituem estas por outras convencionais que têm similar poder destrutivo com o desenvolvimento tecnológico atual.
Exemplificou que um tipo de armamento com barras de tungstênio, material de maior resistência em relação ao aço, tem um impacto cem vezes maior que uma metralhadora de calibre 50.
Fidel Castro referiu-se aos foguetes estadunidenses e às mais de 20 mil armas dessa poderosa nação que mantém guerras no Afeganistão e Iraque desde 2001 e 2003, respectivamente.
Advertiu que nestes momentos resulta ridículo pensar no maletim nuclear com um botão que foi o pânico dos começos da chamada Guerra Fria.
"Todas as respostas já estão programadas. É só questão de segundos", afirmou Fidel Castro e indicou que Israel representa a sexta potência nuclear do planeta, ainda que várias fontes excluem este dado.
O líder da Revolução sustentou que o lançamento das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945, não era necessário pois os soviéticos avançavam rapidamente sobre os territórios japoneses.
Aquilo foi uma demonstração de força dos Estados Unidos, refletiu e criticou a decisão tomada por Harry Truman, ocupante naquele tempo da Casa Branca.
Após o mencionado acontecimento começou uma grande concorrência para possuir a arma atômica, sustentou Fidel Castro depois de referir às conseqüências do pó radiativo e recordar que Cuba viveu momentos tensos com a denominada Crise dos Mísseis em outubro de 1962.
A julgamento do líder da Revolução, a América Latina não constitui na atualidade uma região estratégica para os Estados Unidos no momento de um conflito bélico.
Além da tragédia por uma possível guerra nuclear, Fidel Castro também mencionou os perigos que representa a mudança climática para a humanidade e suas nefastas conseqüências.
Fez uma análise a partir de vários dados do que custa produzir alimentos e os conceitos de consumo e esbanjamento dos países mais desenvolvidos em detrimento da maioria. O grande problema será ter comida para nove mil milhões de habitantes no planeta durante os próximos anos, afirmou Fidel Castro.
Pode manter-se o império se desaparece o mercado e teria algum valor o dólar se não existisse o mercado mundial?, perguntou, e manifestou que essa interrogante deixou aos trabalhadores do Centro de Investigações da Economia Mundial.
Durante um encontro com embaixadores, reunidos na sede da Chancelaria, Fidel Castro comentou que o Irã enfrenta agora pressões que são "uma cópia ao carvão do que lhe fizeram a Mohamed Mossadegh".
Sustentou que o premiê da nação persa foi derrocado por um golpe de estado que alentaram os Estados Unidos e outras potências ocidentais.
Ao referir-se aos similares dados biográficos de Mossadegh, especificou que esse fato foi em resposta à política de nacionalização dos recursos iranianos na década de 50 do século passado.
O líder cubano reiterou suas críticas às potências ocidentais pelo número de ogivas nucleares que têm sob seu comando seguindo os conceitos de estratégicas, não estratégicas e localizadas.
Nesse sentido referiu-se às cifras dos ditos meios dos Estados Unidos, Reino Unido, França, estes dois últimos países como aliados de Washington, e Rússia.
Reforçou que os norte-americanos oferecem um mundo sem armas nucleares, mas substituem estas por outras convencionais que têm similar poder destrutivo com o desenvolvimento tecnológico atual.
Exemplificou que um tipo de armamento com barras de tungstênio, material de maior resistência em relação ao aço, tem um impacto cem vezes maior que uma metralhadora de calibre 50.
Fidel Castro referiu-se aos foguetes estadunidenses e às mais de 20 mil armas dessa poderosa nação que mantém guerras no Afeganistão e Iraque desde 2001 e 2003, respectivamente.
Advertiu que nestes momentos resulta ridículo pensar no maletim nuclear com um botão que foi o pânico dos começos da chamada Guerra Fria.
"Todas as respostas já estão programadas. É só questão de segundos", afirmou Fidel Castro e indicou que Israel representa a sexta potência nuclear do planeta, ainda que várias fontes excluem este dado.
O líder da Revolução sustentou que o lançamento das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945, não era necessário pois os soviéticos avançavam rapidamente sobre os territórios japoneses.
Aquilo foi uma demonstração de força dos Estados Unidos, refletiu e criticou a decisão tomada por Harry Truman, ocupante naquele tempo da Casa Branca.
Após o mencionado acontecimento começou uma grande concorrência para possuir a arma atômica, sustentou Fidel Castro depois de referir às conseqüências do pó radiativo e recordar que Cuba viveu momentos tensos com a denominada Crise dos Mísseis em outubro de 1962.
A julgamento do líder da Revolução, a América Latina não constitui na atualidade uma região estratégica para os Estados Unidos no momento de um conflito bélico.
Além da tragédia por uma possível guerra nuclear, Fidel Castro também mencionou os perigos que representa a mudança climática para a humanidade e suas nefastas conseqüências.
Fez uma análise a partir de vários dados do que custa produzir alimentos e os conceitos de consumo e esbanjamento dos países mais desenvolvidos em detrimento da maioria. O grande problema será ter comida para nove mil milhões de habitantes no planeta durante os próximos anos, afirmou Fidel Castro.
Pode manter-se o império se desaparece o mercado e teria algum valor o dólar se não existisse o mercado mundial?, perguntou, e manifestou que essa interrogante deixou aos trabalhadores do Centro de Investigações da Economia Mundial.
