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Homenagens a Che Guevara no Equador refletem vigência de suas ideias
Sempre rodeado por aqueles que querem conhecer mais sobre a vida do Che, o programa equatoriano do general cubano Harry Villegas, Pombo na guerrilha boliviana, demonstra a vigência do ideário de Ernesto Guevara há 43 anos de seu desaparecimento físico.
Fonte
Prensa Latina
Data
Sempre rodeado por aqueles que querem conhecer mais sobre a vida do Che, o programa equatoriano do general cubano Harry Villegas, Pombo na guerrilha boliviana, demonstra a vigência do ideário de Ernesto Guevara há 43 anos de seu desaparecimento físico.
A apresentação do livro "Conversaciones con Pombo" da escritora equatoriana María do Carmen Garcés, promoveu aqui um encontro longamente esperado com quem combateu desde muito jovem com o Che na Sierra Maestra, e o acompanhou no Congo e na Bolívia.
Villegas sustentou na noite da segunda-feira um conversatório na cidade de Otavalo; na terça-feira à tarde, outro com estudantes da Universidade Central do Equador e à noite mais um no gigantesco ato na Casa da Cultura Equatoriana, todos emocionantes e grandes homenagens ao Che.
A maioria do público que lotou o teatro da prefeitura de Otavalo eram jovens, aos quais Pombo destacou a importância da unidade e da organização nas lutas sociais para conseguir fazer realidade as ideias de um mundo melhor pelas quais lutou e morreu Che.
Na universidade, relatou Pombo à Prensa Latina, perguntaram muito sobre as ideias do Che na atual conjuntura latino-americana e mundial, ponto em que ele lhes insistiu muito na necessidade da unidade entre as forças defensoras da revolução e da mudança social.
"Para conseguir o objetivo final de melhorar a sociedade, afirmou Villegas, Che ensinou-nos que é necessário subordinar os interesses pessoais ou de qualquer organização aos da nação".
"Tenho sentido realmente no Equador a influência do Che, as pessoas veem no Che um paradigma de verdade, buscam orientação e sente-se a vigência de suas ideias, que está dentro do pensamento do povo e dos jovens com suas inquietudes".
"Sempre lhes digo o mesmo que nos ensinou Fidel (Castro), não lhes digo criem mas sim leiam, pesquisem a vida do Che, a conheçam e vão encontrar nela um guia para suas ações", comentou Villegas.
"Há 43 anos de sua morte, reflexionou, é surpreendente que as pessoas vejam vigência em suas ideias e busquem em seu exemplo essa orientação para transformar a sociedade."
"Sim, contestou de modo rotundo, acho que se Che vivesse estaria mais que satisfeito de ver que seu grito de guerra segue sendo escutado e outras mãos recolhem as armas para seguir a luta."
A apresentação do livro "Conversaciones con Pombo" da escritora equatoriana María do Carmen Garcés, promoveu aqui um encontro longamente esperado com quem combateu desde muito jovem com o Che na Sierra Maestra, e o acompanhou no Congo e na Bolívia.
Villegas sustentou na noite da segunda-feira um conversatório na cidade de Otavalo; na terça-feira à tarde, outro com estudantes da Universidade Central do Equador e à noite mais um no gigantesco ato na Casa da Cultura Equatoriana, todos emocionantes e grandes homenagens ao Che.
A maioria do público que lotou o teatro da prefeitura de Otavalo eram jovens, aos quais Pombo destacou a importância da unidade e da organização nas lutas sociais para conseguir fazer realidade as ideias de um mundo melhor pelas quais lutou e morreu Che.
Na universidade, relatou Pombo à Prensa Latina, perguntaram muito sobre as ideias do Che na atual conjuntura latino-americana e mundial, ponto em que ele lhes insistiu muito na necessidade da unidade entre as forças defensoras da revolução e da mudança social.
"Para conseguir o objetivo final de melhorar a sociedade, afirmou Villegas, Che ensinou-nos que é necessário subordinar os interesses pessoais ou de qualquer organização aos da nação".
"Tenho sentido realmente no Equador a influência do Che, as pessoas veem no Che um paradigma de verdade, buscam orientação e sente-se a vigência de suas ideias, que está dentro do pensamento do povo e dos jovens com suas inquietudes".
"Sempre lhes digo o mesmo que nos ensinou Fidel (Castro), não lhes digo criem mas sim leiam, pesquisem a vida do Che, a conheçam e vão encontrar nela um guia para suas ações", comentou Villegas.
"Há 43 anos de sua morte, reflexionou, é surpreendente que as pessoas vejam vigência em suas ideias e busquem em seu exemplo essa orientação para transformar a sociedade."
"Sim, contestou de modo rotundo, acho que se Che vivesse estaria mais que satisfeito de ver que seu grito de guerra segue sendo escutado e outras mãos recolhem as armas para seguir a luta."
