Juristas, jornalistas e intelectuais presentes no VI Colóquio Internacional pela libertação de cinco antiterroristas de Cuba presos nos Estados Unidos desde 1998 dialogaram hoje sobre como fortalecer a luta desde seus setores.
Gerardo Hernández, René González, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e Fernando González cumprem condenações que chegam até dupla cadeia perpétua mais 15 anos de cárcere por informar sobre planos criminosos de grupos anticubanos assentados no estado norte-americano de Flórida.
Os intelectuais defenderam a literatura e a arte como linguagem universal que une e convoca desde a sensibilidade humana, informou um informe televisivo.
No encontro, celebrado na oriental província de Holguín, María Eugenia Guerrero, irmã de Antonio, assinalou que na causa dos Cinco, como se lhes conhece internacionalmente, se pôde chegar a muito mais gente através da cultura.
Também os profissionais da imprensa revelaram algumas de suas ações para contrapesar o poder dos grandes meios.
É muito importante aplicar o que nos ensinou o líder da Revolução cubana, Fidel Castro: informar ao mundo de nossa realidade; segundo, coordenar as ações de nossos amigos, e terceiro, atuar, indicou Javier Domínguez, diretor da Brigada de Luta contra o Terrorismo Mediático.
Representantes do Comitê Internacional pela libertação dos Cinco, junto a seus seguidores, conversaram sobre o rumo do trabalho nos próximos meses.
