Notícias
Laura Chinchilla assume a presidência na Costa Rica
Laura Chinchilla Miranda assumirá hoje a presidência da Costa Rica das mãos de seu co-partidário Oscar Árias, de quem foi vice-presidenta e é considerado seu mentor político.
Fonte
Prensa Latina
Data
Laura Chinchilla Miranda assumirá hoje a presidência da Costa Rica das mãos de seu co-partidário Oscar Árias, de quem foi vice-presidenta e é considerado seu mentor político.
Chinchilla, de 51 anos e do Partido da Libertação Nacional, será a partir do meio dia a primeira mulher a governar esta pequena nação da América Central.
À cerimônia já está confirmada a presença dos presidentes de nove países, oito latino-americanos e o da Geórgia, o Príncipe Herdeiro de Espanha, Felipe de Borbón, e outras personalidades.
A política ganhou as eleições de 7 de fevereiro passado com cerca de 47 por cento dos votos, depois de uma campanha eleitoral sem sobressaltos e durante a qual contou com o apoio de Árias.
Em uma de suas últimas declarações, Árias disse que deixa o governo de um país com um rumo muito claro, e Chinchilla só terá que seguir o rumo já traçado.
Chinchilla, não obstante, assegurou que fará seu próprio governo e em uma de suas primeiras decisões, anunciada para esta noite, declarará uma moratória à mineração de céu aberto.
Essa medida contradiz a política seguida sobre o tema por Árias, a qual lhe gerou uma vasta campanha contrária por parte de organizações sociais e defensores do meio ambiente.
Nos meios políticos dá-se por certo que Chinchilla seguirá o rumo traçado por Árias, a quem muitos vêem como um participante no governo futuro, apesar de suas afirmações de que só dará conselhos se forem solicitados.
Herdará uma economia com poucos sinais de recuperação e um déficit fiscal que atingiu três por cento no ano passado e se calcula que subirá a 4,5 por cento no atual.
Segundo suas promessas, buscará durante sua administração de quatro anos retomar o crescimento econômico da Costa Rica, gerar empregos e combater a insegurança e o narcotráfico.
Fontes oficiais confirmaram que foram convidados aos atos, no parque metropolitano La Sabana, quatro presidentes centro-americanos: Daniel Ortega, da Nicarágua; Álvaro Colom, da Guatemala; Mauricio Funes, de El Salvador; e Porfirio Lobo, de Honduras.
Ademais, Ricardo Martinelli, do Panamá; Rafael Correa, do Equador; Álvaro Uribe, da Colômbia; Felipe Calderón, do México; e Mirkheil Saakashvili, da Geórgia.
Chinchilla, de 51 anos e do Partido da Libertação Nacional, será a partir do meio dia a primeira mulher a governar esta pequena nação da América Central.
À cerimônia já está confirmada a presença dos presidentes de nove países, oito latino-americanos e o da Geórgia, o Príncipe Herdeiro de Espanha, Felipe de Borbón, e outras personalidades.
A política ganhou as eleições de 7 de fevereiro passado com cerca de 47 por cento dos votos, depois de uma campanha eleitoral sem sobressaltos e durante a qual contou com o apoio de Árias.
Em uma de suas últimas declarações, Árias disse que deixa o governo de um país com um rumo muito claro, e Chinchilla só terá que seguir o rumo já traçado.
Chinchilla, não obstante, assegurou que fará seu próprio governo e em uma de suas primeiras decisões, anunciada para esta noite, declarará uma moratória à mineração de céu aberto.
Essa medida contradiz a política seguida sobre o tema por Árias, a qual lhe gerou uma vasta campanha contrária por parte de organizações sociais e defensores do meio ambiente.
Nos meios políticos dá-se por certo que Chinchilla seguirá o rumo traçado por Árias, a quem muitos vêem como um participante no governo futuro, apesar de suas afirmações de que só dará conselhos se forem solicitados.
Herdará uma economia com poucos sinais de recuperação e um déficit fiscal que atingiu três por cento no ano passado e se calcula que subirá a 4,5 por cento no atual.
Segundo suas promessas, buscará durante sua administração de quatro anos retomar o crescimento econômico da Costa Rica, gerar empregos e combater a insegurança e o narcotráfico.
Fontes oficiais confirmaram que foram convidados aos atos, no parque metropolitano La Sabana, quatro presidentes centro-americanos: Daniel Ortega, da Nicarágua; Álvaro Colom, da Guatemala; Mauricio Funes, de El Salvador; e Porfirio Lobo, de Honduras.
Ademais, Ricardo Martinelli, do Panamá; Rafael Correa, do Equador; Álvaro Uribe, da Colômbia; Felipe Calderón, do México; e Mirkheil Saakashvili, da Geórgia.
