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Mensagens exigirão que Obama liberte os cinco antiterroristas cubanos
O envio de um correio eletrônico, fax ou chamada telefônica ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, será a maneira de exigir hoje a liberdade dos cinco antiterroristas cubanos prisioneiros políticos nesse país.
Fonte
Prensa Latina
Data
O envio de um correio eletrônico, fax ou chamada telefônica ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, será a maneira de exigir hoje a liberdade dos cinco antiterroristas cubanos prisioneiros políticos nesse país.
De qualquer lugar onde se encontre, envie uma mensagem ao governante para lhe exigir que imediatamente liberte Gerardo, Ramón, Antonio e Fernando e que permita a René regressar a Cuba para junto de sua esposa e filhas, indica a página digital do Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco, como são conhecidos internacionalmente.
O presidente Obama sabe que os Cinco são inocentes, pois isso lhe foi dito por intelectuais, religiosos, sindicalistas, estudantes, atores e artistas, parlamentares, prêmios Nobel e milhares de pessoas honestas de todas as partes do mundo, assinala o apelo.
Ele pode e deve pôr fim a 13 anos de injustiça. Só assim poderá ganhar o respeito da comunidade internacional que espera seu gesto humanitário que permita o imediato regresso dos antiterroristas a Cuba, para junto de seus familiares e seu povo, agrega o texto.
Convidamos vocês a começar 2012 com uma ação coletiva singela pelos cinco patriotas cubanos que será bem mais efetiva se a realizamos no quinto dia do mês e em todas as partes do mundo, conclui a convocação à ação cívica.
Por todo o mundo existem comitês de libertação e grupos de solidariedade à libertação de Fernando González, Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e René González, este último sob as condições liberdade condicional por três anos sem poder sair dos EUA.
Tais organizações que exigem a liberdade dos Cinco se opõem também à política de terrorismo de Estado mantida por governos dos Estados Unidos contra Cuba.
A causa dos cinco antiterroristas cubanos devemos ganhá-la informando e sensibilizando cada vez mais pessoas de todo o mundo, afirmou recentemente Alicia Jrapko, integrante do Comitê Internacional pela libertação dos Cinco.
A ativista afirmou que os meios alternativos difundem o caso de Ramón, Gerardo, Fernando, Antonio e René, presos desde 1998 por monitorarem ações violentas contra Cuba, mas a grande imprensa silencia o caso.
Jrapko destacou a importância do Coloquio Internacional pela libertação dos Cinco, realizado na província cubana de Holguín entre 16 e 20 de novembro de 2011.
Não obstante, considerou que tão necessário como falar do que temos feito é nos concentrar cada vez mais no que vamos fazer, como vamos fazer e como vamos apoiar mais uns aos outros em função do objetivo principal.
De qualquer lugar onde se encontre, envie uma mensagem ao governante para lhe exigir que imediatamente liberte Gerardo, Ramón, Antonio e Fernando e que permita a René regressar a Cuba para junto de sua esposa e filhas, indica a página digital do Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco, como são conhecidos internacionalmente.
O presidente Obama sabe que os Cinco são inocentes, pois isso lhe foi dito por intelectuais, religiosos, sindicalistas, estudantes, atores e artistas, parlamentares, prêmios Nobel e milhares de pessoas honestas de todas as partes do mundo, assinala o apelo.
Ele pode e deve pôr fim a 13 anos de injustiça. Só assim poderá ganhar o respeito da comunidade internacional que espera seu gesto humanitário que permita o imediato regresso dos antiterroristas a Cuba, para junto de seus familiares e seu povo, agrega o texto.
Convidamos vocês a começar 2012 com uma ação coletiva singela pelos cinco patriotas cubanos que será bem mais efetiva se a realizamos no quinto dia do mês e em todas as partes do mundo, conclui a convocação à ação cívica.
Por todo o mundo existem comitês de libertação e grupos de solidariedade à libertação de Fernando González, Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e René González, este último sob as condições liberdade condicional por três anos sem poder sair dos EUA.
Tais organizações que exigem a liberdade dos Cinco se opõem também à política de terrorismo de Estado mantida por governos dos Estados Unidos contra Cuba.
A causa dos cinco antiterroristas cubanos devemos ganhá-la informando e sensibilizando cada vez mais pessoas de todo o mundo, afirmou recentemente Alicia Jrapko, integrante do Comitê Internacional pela libertação dos Cinco.
A ativista afirmou que os meios alternativos difundem o caso de Ramón, Gerardo, Fernando, Antonio e René, presos desde 1998 por monitorarem ações violentas contra Cuba, mas a grande imprensa silencia o caso.
Jrapko destacou a importância do Coloquio Internacional pela libertação dos Cinco, realizado na província cubana de Holguín entre 16 e 20 de novembro de 2011.
Não obstante, considerou que tão necessário como falar do que temos feito é nos concentrar cada vez mais no que vamos fazer, como vamos fazer e como vamos apoiar mais uns aos outros em função do objetivo principal.
