Vigília em frente à Casa Branca a 16 anos da prisão dos Cinco
Solidários com a causa dos cinco antiterroristas cubanos realizarão uma vigília em frente à Casa Branca ao cumprirem hoje 16 anos de sua detenção nos Estados Unidos.
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Prensa Latina
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Solidários com a causa dos cinco antiterroristas cubanos realizarão uma vigília em frente à Casa Branca ao cumprirem hoje 16 anos de sua detenção nos Estados Unidos.

O protesto pacífico pedirá ao presidente Barack Obama a solução deste caso, pois ainda continuam presos Gerardo Hernández, Ramón Labañino e Antonio Guerrero, três integrantes do grupo conhecido internacionalmente como Os Cinco.

O programa de atividades em Washington DC, entre 11 e 13 de setembro, está inscrito na jornada internacional de apoio a esses lutadores que começou no passado dia 4 e se estende até o próximo dia 6 de outubro.

Esta iniciativa, organizada pelo Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco, pretende aumentar a pressão política e chamar a atenção sobre essa injustiça prolongada.

Além da vigília desta sexta-feira, foram realizadas reuniões com congressistas tanto democratas como republicanos na sede do Congresso.

O conciliábulo é parte do acompanhamento a visitas parecidas feitas em junho deste ano durante a jornada "5 Dias pelos 5 Cubanos em Washington D.C."

Amanhã está prevista a inauguração de 'Absolvidos pela solidariedade', uma nova mostra de pinturas de Antonio Guerrero, no Sindicato Internacional de Empregados de Serviços.

A amostra foi também antessala em Havana no X Colóquio Internacional pela Liberdade dos Cinco e contra o Terrorismo que aconteceu ontem no Palácio das Convenções da capital cubana com a assistência de cerca de 300 delegados de quase 50 países.

Os Cinco foram presos em 12 de setembro de 1998 durante uma operação do Birô Federal de Investigações (FBI) em Miami, enquanto monitoravam os planos de organizações criminosas de origem cubana, arraigadas no sul da Flórida, contra o povo do país caribenho.

Apesar do pedido crescente de solidariedade e das denúncias das irregularidades no processo judicial em Miami, só Fernando e René González se encontram junto a seus familiares em Cuba, depois de cumprir a totalidade de suas sentenças arbitrárias e desmedidas.