A brigada médica cubana que estava há 14 meses no Suriname ajudando a enfrentar a Covid-19 voltou a Havana neste fim de semana.
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Gail Walker, diretora executiva da Fundação Inter-religiosa pela Organização Comunitária Pastores pela Paz, afirmou que o atual presidente dos EUA, Joe Biden, mantém a velha política contra Cuba caracterizada pelo confronto.
O presidente Miguel Díaz-Canel denunciou a permanência das 243 medidas contra Cuba tomadas pelo ex-presidente dos EUA Donald Trump, que endureceram o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto desde o começo da década de 1960.
O chanceler cubano Bruno Rodríguez denunciou hoje os efeitos do bloqueio dos Estados Unidos contra seu país, a um custo de 12 a 15 milhões de dólares por dia.
O primeiro secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, participará da reunião do Conselho Econômico Supremo da Eurásia, que se realizará amanhã, 21 de maio, em formato de videoconferência.
Os cubanos que vivem na Itália realizarão aqui seu primeiro encontro nacional em formato virtual no próximo sábado, 15 de maio, para exigir o fim do bloqueio dos EUA contra seu país, informaram hoje os organizadores do evento.
A validade hoje das mais de 240 medidas coercitivas impostas pelo governo Donald Trump contra Cuba faz parecer que o governo Joe Biden carece de uma política própria para com a nação caribenha.
O bloqueio dos Estados Unidos a Cuba afeta hoje o setor de transportes, pois impede o acesso a determinados fornecedores de combustível e causa perdas de mais de 312 milhões de dólares em um ano.
Em 23 de janeiro de 2019, o Banco Societé General de Paris, França, suspendeu a transferência a Cuba devido ao pagamento de serviços de educação profissional na Guiné Equatorial.
Pouco mais de 60 mil dólares foram solicitados pela organização Cultura Democrática à estadunidense National Endowment for Democracy (NED) para promover a liberdade de expressão pela arte em Cuba.
O Ministro das Relações Exteriores cubano Bruno Rodríguez agradeceu hoje àqueles que, em meio ao impacto do bloqueio americano e da pandemia de Covid-19, estão enviando ajuda para o país caribenho.
Há 60 anos, Cuba retirou a águia (símbolo dos Estados Unidos) do monumento às vítimas do Maine, em meio à alegria popular pela vitória após a invasão mercenária de Playa Girón apoiada por Washington.











