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FAO inicia Conferência Geral em Roma com prioridades
A 36 Conferência Geral da FAO iniciou hoje cinco dias de deliberações, com o objetivo principal impulsionar os acordos mais relevantes da Cúpula sobre Segurança Alimentária, concluída ontem em Roma.
Fonte
Prensa Latina
Data
A 36 Conferência Geral da FAO iniciou hoje cinco dias de deliberações, com o objetivo principal impulsionar os acordos mais relevantes da Cúpula sobre Segurança Alimentária, concluída ontem em Roma.
Com menos ostentação nem medidas especiais, o encontro em realidade foi inaugurado formalmente ontem na mesma sede da Organização de Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
Mas o ambiente transformou-se substancialmente. Sem chefes de Estado ou Governo e sensações encontradas dos sucessos e fracassos da cúpula, Jacques Diouf, o titular da FAO, pronunciou esta manhã outro discurso.
Depois das maratônicas jornadas da Cúpula e as críticas a sua Declaração Final por não responder às expectativas a mais de bilhões de famintos no mundo, Diouf se concentrou nos pontos positivos lembrados.
"Alguém me disse que eu levava 15 anos repetindo o mesmo, como por exemplo que precisamos aumentar os investimentos na agricultura, controlar os recursos hidráulicos e apoiar aos pequenos produtores", apontou.
Então respondi, é verdade, mas a diferença é que ao menos agora os líderes do mundo parecem se dar conta destas urgências depois da crise alimentária de 2007 a 2008, acrescentou.
Os 193 integrantes da FAO se concentrarão agora em tratar de fazer realidade as quatro prioridades que -segundo a óptica de Diouf- deverão se converter nas principais ambições do acordo nos próximos anos.
Uma das metas que foi até verdadeiro ponto decepcionante propõe a redução da fome à metade para o 2015, paliativo em lugar do propósito inicial da organização de erradicar o flagelo em 2025.
Reformas dentro da FAO no concerto do processo geral da ONU; estabelecimento de um Painel de Especialistas de Alto Nível; o propósito de frear o declive doméstico e internacional de fundos para o agro e segurança alimentária, dominam o panorama atual.
Também, a entidade sublinha a determinação de promover novos investimentos no setor para o desenvolvimento sustentável e sua estreita relação com a cruzada contra a Mudança Climática, com a esperança de convênios transcendentais na COP-15 de Copenhague.
Com menos ostentação nem medidas especiais, o encontro em realidade foi inaugurado formalmente ontem na mesma sede da Organização de Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
Mas o ambiente transformou-se substancialmente. Sem chefes de Estado ou Governo e sensações encontradas dos sucessos e fracassos da cúpula, Jacques Diouf, o titular da FAO, pronunciou esta manhã outro discurso.
Depois das maratônicas jornadas da Cúpula e as críticas a sua Declaração Final por não responder às expectativas a mais de bilhões de famintos no mundo, Diouf se concentrou nos pontos positivos lembrados.
"Alguém me disse que eu levava 15 anos repetindo o mesmo, como por exemplo que precisamos aumentar os investimentos na agricultura, controlar os recursos hidráulicos e apoiar aos pequenos produtores", apontou.
Então respondi, é verdade, mas a diferença é que ao menos agora os líderes do mundo parecem se dar conta destas urgências depois da crise alimentária de 2007 a 2008, acrescentou.
Os 193 integrantes da FAO se concentrarão agora em tratar de fazer realidade as quatro prioridades que -segundo a óptica de Diouf- deverão se converter nas principais ambições do acordo nos próximos anos.
Uma das metas que foi até verdadeiro ponto decepcionante propõe a redução da fome à metade para o 2015, paliativo em lugar do propósito inicial da organização de erradicar o flagelo em 2025.
Reformas dentro da FAO no concerto do processo geral da ONU; estabelecimento de um Painel de Especialistas de Alto Nível; o propósito de frear o declive doméstico e internacional de fundos para o agro e segurança alimentária, dominam o panorama atual.
Também, a entidade sublinha a determinação de promover novos investimentos no setor para o desenvolvimento sustentável e sua estreita relação com a cruzada contra a Mudança Climática, com a esperança de convênios transcendentais na COP-15 de Copenhague.
